O carregamento foi descoberto pela polícia rodoviária, que revistou o ônibus.
O comandante da polícia na região, o coronel José Humberto Henao, disse à imprensa que a apreensão mostra um novo método de narcotráfico.
A pasta básica, transformada em líquido por exposição ao calor, "tinha sido injetada com seringas", explicou o oficial. Ele acrescentou que "para isso foram feitos pequenos orifícios com uma broca na parte inferior" dos cocos, para retirar a água e introduzir a droga. Depois, os furos foram tapados com plastilina.
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