Após consultar os familiares das vítimas, o Hyde Park foi escolhido "devido a sua importância, sua história e sua localização no centro de Londres", afirmou a ministra da Cultura, Tessa Jowell.
"Cinqüenta e duas pessoas inocentes morreram no dia 7 de julho na pior atrocidade terrorista sofrida por Londres. Um monumento permanente aportará um lugar digno e tranqüilo a seus amigos, familiares e ao país, para recordá-los", disse Jowell.
Inicialmente, o Executivo tinha estudado a idéia de colocar o monumento na praça de Tavistock Square (centro de Londres), onde um dos quatro terroristas suicidas envolvidos no massacre detonou uma bomba em um ônibus de dois andares, matando 13 pessoas.
No entanto, esse projeto, que implicava - segundo a imprensa britânica - a instalação de uma escultura e uma placa com os nomes das pessoas que morreram nos ataques, foi abandonado após uma conversa com as famílias das vítimas.
O Governo informou no ano passado que destinará até R$ 1,5 milhão para financiar o monumento.
Os terroristas perpetraram os atentados, que também feriram cerca de 700 pessoas, contra três vagões do metrô e um ônibus urbano.
Duas semanas mais tarde, outros quatro indivíduos tentaram detonar bombas em três vagões do metrô e num ônibus urbano da capital britânica, mas falharam na tentativa de atentado.
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