Ela então pediu que professores de arte da escola fizessem seu caixão. Um colega sugeriu que os professores apenas supervisionassem um projeto feito pelos próprios alunos de Eri.
Os estudantes, com idades entre 4 e 11 anos, estão decorando o caixão que está em uma das salas da escola. Eri é atualizada sobre o projeto em sua casa, com a visita de colegas e alunos.
"Vida e morte caminham juntas. As crianças descobriram isso quando eu expliquei a minha doença. Eu não quero parecer mórbida com esse assunto. Apenas quero que meus alunos me ajudem", disse a professora.
Redação Terra