Policial inspeciona local de uma das explosões. Na "Porta da Índia", testemunhas informaram que pelo menos doze automóveis foram destruídos |
"Desde novembro, Mumbai sofreu um certo número de ataques, e na maioria dos casos a organização envolvida era o SIMI", disse à imprensa. "O SIMI atuou em colaboração com o Lashkar-e-Taiba (grupo pan-islâmico criado e proibido no Paquistão), mas apenas a investigação poderá afirmar se as explosões de hoje são obra das mesmas organizações", acrescentou Advani.
A Índia proibiu as atividades do SIMI e predeu vários de seus líderes depois de acusar o grupo de alimentar a violência religiosa na Índia. Nova Délhi considera os combatentes do Lashkar-e-Taiba responsáveis por uma boa parte dos ataques separatistas cometidos na Caxemira indiana nos últimos anos.
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