China é acusada de colocar a filha de três semanas em um forno de microondas |
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Segundo Ken Betz, oficial do condado de Montgomery, há evidências científicas desta tese pelo fato de que seu corpo foi encontrado com uma temperatura muito alta. A morte aconteceu por hipertermia.
Betz alega, no entanto, que o caso é complicado porque "não há uma quantidade grande de pesquisas que tratem do efeito das microondas nos humanos". Na ocasião da morte, China chegou a ser presa, mas foi solta logo depois.
Defesa
Seu advogado, Jon Paul Rion, afirmou que a cliente não tem nenhum envolvimento com a morte da filha e ficou muito abalada ao saber, por meio dos investigadores, que o bebê teria sido morto em um microondas.
"China é uma mãe e uma pessoa, é horrível pensar que um ato desses possa ter acontecido", disse Rion. A versão da defesa é que no dia 30 de agosto de 2005, China e o pai da menina acordaram cedo, e este se deu conta de que o bebê, chamado Paris, tinha algo de estranho.
Rapidamente, o casal levou a criança para o hospital, onde a mesma deu entrada inconsciente e, depois, morreu.
Na noite anterior à morte de Paris, o casal saiu e deixou a criança com uma babá, segundo Rion. Mas esta não detectou nenhum problema até o dia seguinte.
Em 2000, uma mulher foi condenada a cinco anos de prisão por um caso muito parecido no Estado da Virgínia. Na época, especialistas disseram que a acusada sofria de epilepsia e que os episódios eram seguidos por perdas de memória.
Com agências internacionais
Redação Terra