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 Incêndio no sul da Califórnia é controlado
30 de outubro de 2006 21h43 atualizado em 31 de outubro de 2006 às 01h57

Um avião DC-10 modificado se prepara para lançar retardante de fogo sobre as chamas na Califórnia. Foto: AP

Um avião DC-10 modificado se prepara para lançar retardante de fogo sobre as chamas na Califórnia
Foto: AP

As autoridades da Califórnia, nos Estados Unidos, anunciaram nesta segunda-feira que o incêndio que nos últimos dias atingiu o sul do Estado e matou quatro bombeiros já foi controlado. O incêndio, que começou na quinta-feira, destruiu 34 casas e outros 20 edifícios em uma área de 15.540 hectares, três vezes maior que a extensão de Manhattan.

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As chamas eram tão fortes que se duvidava que o incêndio, que pode ter sido criminoso, seria controlado tão rápido, mas as autoridades do Departamento Florestal expressaram sua alegria hoje diante das boas notícias.

Na manhã desta segunda, o incêndio já tinha sido controlado em 90%, e os bombeiros esperam poder apagar os últimos focos.

As autoridades mantêm a busca aos supostos causadores do incêndio, que se originou nas proximidades de Palm Springs, em uma área desértica do sul da Califórnia.

O governo da Califórnia fixou uma recompensa de US$ 500 mil para quem der informações que permitam localizar os possíveis culpados.

Segundo as autoridades, testemunhas disseram ter visto dois jovens na área pouco antes do início do incêndio.

No total, quatro bombeiros morreram no combate às chamas e um quinto permanece em estado grave, com queimaduras por todo o corpo.

Patrick Chandler, porta-voz do Departamento Florestal da Califórnia, afirmou hoje que ainda resta algum ponto do incêndio na floresta nacional de San Bernardino, mas que a mudança nas condições climáticas favorece seu controle devido à queda das temperaturas na região.

Mesmo assim, mais de 2,4 mil bombeiros permanecem na área para impedir que as chamas sejam reavivadas. O incêndio levou as autoridades a evacuarem 700 pessoas de áreas de risco. O custo para controlar as chamas é de US$ 8,3 milhões até o momento.

EFE
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