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O texto aprovado hoje por unanimidade envia "uma clara mensagem ao líder da Coréia do Norte sobre seu programa de armas nucleares", disse o presidente, em breves declarações à imprensa nos jardins da Casa Branca.
Bush também disse que a resolução, que considerou "rápida e dura", mostra que o mundo está "unido" na determinação de manter uma península coreana sem armas nucleares e de impedir que Pyongyang siga adiante com suas pretensões nesse âmbito.
A mensagem que a comunidade internacional lançou hoje "diz ao líder norte-coreano que o mundo está unido na oposição a seus planos nucleares", disse Bush, sem citar o presidente norte-coreano, Kim Jong-Il.
O presidente americano também quis lançar sua própria mensagem a Kim Jong-Il, ao afirmar que, "se o líder da Coréia do Norte colocar fim a seus programas nucleares de forma verificável, os EUA e outras nações estariam dispostas a ajudar o país a se recuperar economicamente".
As declarações de Bush ocorrem pouco depois de os 15 membros do Conselho de Segurança da ONU darem hoje o sinal verde à imposição de uma lista de sanções comerciais e armamentísticas à Coréia do Norte, um dos países que Bush inclui no "eixo do mal", junto com o Irã e o Iraque.
A resolução do Conselho de Segurança exige que o regime norte-coreano suspenda imediatamente suas atividades nucleares, e proíbe a venda ou transferência à Coréia do Norte de qualquer tipo de material relacionado a armas "não convencionais".
Também inclui o bloqueio aéreo, a proibição de artigos de luxo a esse país e o bloqueio das contas no exterior de autoridades da Coréia do Norte.
O documento também exige que o país asiático retome sem reservas nem condições prévias as conversas a seis lados - duas Coréias, China, Rússia, EUA e Japão - sobre seu programa nuclear, e acate ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP).
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