Na nota, cuja autenticidade não foi confirmada, um homem que se apresenta como Abu Hafes al Sudani, dirigente da Al Qaeda no Sudão e na África, afirma que o jornalista era um cachorro dos cachorros do partido governante.
O comunicado também afirma que a operação foi feita por três pessoas que atualmente estão fora do país.
O jornalista Muhammad Taha Muhammad Ahmad foi seqüestrado quando estava em casa, em Cartum, e foi encontrado decapitado um dia depois nas montanhas de Awlea, 40 quilômetros ao sul da capital.
O assassinato de Taha é considerado um caso excepcional na história recente do Sudão.
Segundo a imprensa sudanesa, várias pessoas tinham sido detidas em relação ao incidente.
Vários meios de comunicação afirmam que a morte do jornalista sudanês poderia ser devido a uma série de artigos publicados em seu jornal, que foram considerados blasfemos por vários grupos islâmicos.
Este jornal foi fechado várias vezes pelo Governo devido à publicação de temas que foram considerados contrários ao Islã.

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