Winslow era muito velho para esses romances. "Não havia outra mulher. Tinha 85 anos", disse a advogada Deborah Poole em sua alegação final. No entanto, a promotoria ressaltou que a tese de loucura era insustentável e que a mulher tinha admitido que sabia ter agido mal quando matou Winslow em 10 de junho de 2005 com quatro tiros na cabeça.
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