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 Dentista pede divórcio depois de morto
29 de maio de 2006 18h11 atualizado às 19h43

Pela primeira vez na história do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, uma pessoa pediu divórcio depois da sua morte. O dentista John Yelenic e sua esposa fizeram um acordo de divórcio em 2002, com acerto de propriedades e toda a burocracia necessária. Mas um dia antes da assinatura dos papéis, Yelenic foi assassinado.

Para Effie Alexander, advogado do dentista, toda a documentação de separação já estava pronta, e isso indicaria que seu cliente desejava realmente o divórcio. "Yelenic gostaria que fosse desta forma", disse. Outro advogado, que representa o espólio do dentista, acredita que o divórcio é necessário para proteger um documento de divisão de bens que já havia sido aprovado na semana anterior ao assassinato.

John Yelenic, 39 anos, foi assassinado em sua casa no dia 13 de abril. Os investigadores ainda não têm um suspeito mas acreditam que sua morte não foi aleatória. As autoridades se recusam a dar detalhes de sua morte, além de que morreu por hemorragia depois de um ataque violento.

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