"As medidas aprovadas no acordo são claras e foram assinadas pela livre vontade das partes. Espero que sem mais subterfúgios elas se cumpram para restabelecer a democracia, a legitimidade institucional e a convivência entre os hondurenhos", afirmou o secretário da OEA.
Insulza, que está em viagem oficial à Jamaica, pediu em comunicado que Manuel Zelaya e o presidente Roberto Micheletti "entrem em um acordo" para a formação do Governo de unidade, que para ele deve ser liderado pelo líder deposto.
O secretário-geral ressaltou que "naturalmente" corresponde presidir o Governo de unidade "a quem controla legitimamente o cargo de presidente da nação hondurenha".
Para dar mais ênfase a suas palavras, Insulza se referiu no comunicado a Zelaya como "presidente" e a Micheletti como "senhor".
Nesse sentido, o diplomata chileno urgiu o Congresso hondurenho a se pronunciar sobre o quinto ponto do Acordo Tegucigalpa-San José, que estabelece que o Legislativo deve decidir sobre a restituição ou não de Zelaya.
Por último, o secretário-geral da OEA assegurou que o organismo interamericano seguirá fazendo "todos os esforços" para levar adiante o processo de diálogo.




Assista agora »
Assista agora »
Assista agora »











