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Funcionários do Vaticano preparam, desde o fim de semana, o local que vai receber os 115 cardeais que escolherão o novo papa católico Foto: AFP
- Capela Sistina já começou a receber as mesas e cadeiras para os representantes que, a partir de terça, decidem quem será o 266° pontífice Foto: AP
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Ainda sem lugar definido, móveis estão sendo dispostos ao longo do salão, de frente para os afrescos de artistas do século XV como Pietro Perugino, Sandro Botticelli, Domenico Ghirlandaio, Cosimo Rosselli e Luca Signorelli Foto: AFP
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Cardeais se reunem na capela que ficou famosa por abrigar as pinturas de Michelangelo Foto: AFP
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No centro da imagem, a "Criação de Adão", uma das obras mais conhecidas do pintor Foto: AFP
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Ao centro do salão, bem abaixo da obra de Michelangelo, será colocado Evangelho Foto: AFP
- Tarimba que corrige o desnível no chão da Capela Sistina já foi coloca no lugar Foto: AP
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Pintores retocam pintura interna da capela, onde será escolhido o novo papa católico Foto: Reuters
- Estufa onde serão colocadas as cédulas de votação, e de onde sairá a fumaça banca que indica ao mundo a escolha do novo pontífice Foto: AP
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Escada que dá acesso à Capela Sistina, que mede 40,23 metros de comprimento por 13,41 metros de largura Foto: AFP
Mais de 150 cardeais reunidos nesta segunda-feira no Vaticano para a última assembleia antes do isolamento do mundo para escolher o sucessor de Bento XVI abordaram os problemas financeiros do banco do Vaticano, informou o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi.
O cardeal italiano Tarcisio Bertone, secretário de Estado e presidente da Comissão de Vigilância do Instituto para as Obras Religiosas (IOR), mais conhecido como Banco do Vaticano, leu um relatório sobre as controversas contas da instituição, centro de tensões que resultaram no caso 'Vatileaks', o vazamento de cartas e documentos confidenciais de Bento XVI.
"Não é critério principal para a escolha do Papa. Desejavam mais informações, mas não era o tema mais urgente da troca entre os cardeais que se preparam ao conclave", afirmou Lombardi.
Antes de tornar efetiva a renúncia em 28 de fevereiro, Bento XVI aprovou a designação do alemão Ernst von Freyber como novo presidente do banco do Vaticano, na última nomeação para um posto chave de seu pontificado.
O IOR, com um patrimônio calculado de cinco bilhões de euros, se comprometeu a cumprir com as normas europeias de luta contra a lavagem de dinheiro, mas sem obter até agora a aprovação da comissão europeia de supervisão.
No total, os cardeais falaram 162 vezes, 28 delas durante a última sessão desta segunda-feira no Vaticano. "Também falaram sobre o perfil do novo Papa", disse Lombardi. Mais de 100 religiosos reconheceram que não era necessário continuar debatendo no pré-conclave e votaram a favor do início da eleição do Papa, a partir de terça-feira na Capela Sistina.
- Na vitrine, um solidéu branco sobre um tecido vermelho guardado por uma miniatura de um guarda suíço Foto: Rafael Belincanta / Especial para Terra
- Lorenzo Gammarelli conta que as vestes ndo novo Papa estão sendo confeccionadas em três tamanhos Foto: Rafael Belincanta / Especial para Terra
- Há mais de um século, alfaiates da Gammarelli confeccionam as vestes papais. Foto: Rafael Belincanta / Especial para Terra
- Alguns pontífices já eram clientes mesmo antes de ocupar o cargo Foto: Rafael Belincanta / Especial para Terra
- Loja fica no centro histórico de Roma Foto: Rafael Belincanta / Especial para Terra
- As vitrines simples são uma característica da loja italiana Foto: Rafael Belincanta / Especial para Terra
- No primeiro dia de Sé Vacante, a prefeitura de Roma demonstrou seu agradecimento ao Papa Foto: Rafael Belincanta / Especial para Terra
- Turista registra o cartaz com a imagem de Bento XVI Foto: Rafael Belincanta / Especial para Terra

