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Julgamento de comandante de cruzeiro naufragado poderá ser adiado

Na noite de 13 de janeiro de 2012, o Costa Concordia atingiu rochas perto da costa e encalhou a algumas dezenas de metros da ilha toscana de Giglio

4 jul 2013
10h19
atualizado às 11h05
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O julgamento do comandante do navio de cruzeiro naufragado Costa Concordia, Francesco Schettino, que deveria ter início na terça-feira em Grosseto (Toscana), pode ser adiado devido a uma greve nacional de advogados, indicou nesta quinta-feira uma fonte judicial à AFP.

A primeira audiência acontecerá como previsto, mas se os advogados de Schettino informarem ao juiz que participarão da greve, o julgamento terá início apenas em 17 de julho.

"Não podemos saber com antecedência o que irá acontecer. O tribunal irá se reunir no dia 9 e veremos o que acontecerá", declarou o funcionário sob condição de anonimato.

As audiências seguintes estão marcadas para 17, 18 e 19 de julho.

Mais de 400 testemunhas e 250 queixosos serão convocadas para o julgamento, que deverá durar meses. Schettino é acusado de homicídio por imprudência, abandono de navio e danos ao meio ambiente.

Na noite de 13 de janeiro de 2012, o Costa Concordia, um cruzeiro de 114,5 mil toneladas, atingiu rochas perto da costa e encalhou a algumas dezenas de metros da ilha toscana de Giglio, com 4.229 pessoas a bordo, incluindo 3.200 turistas.

Trinta e duas pessoas morreram no naufrágio, e os corpos de duas das vítimas nunca foram encontrados.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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