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03 de dezembro de 2012 • 17h10 • atualizado às 17h16

Entenda o que fez Kate ser hospitalizada por enjoos na gravidez

A duquesa Kate foi hospitalizada devido a uma condição que provoca enjoos e vômitos intensos
Foto: AFP
 

O príncipe William e a mulher dele, Catherine, mais conhecida como Kate, anunciaram nesta segunda-feira que esperam o primeiro filho do casal. Porém, o pronunciamento chegou acompanhado da notícia de que a duquesa de Cambridge está internada no hospital King Edward VII devido a uma crise de enjoos e vômitos. A família real informou que Kate, 30 anos, sofre de hiperêmese gravídica, uma condição que exige que a gestante receba hidratação e nutrientes extras.

"Como a gravidez está nas primeiras semanas, Sua Alteza Real deve ficar no hospital por vários dias e precisará de um período de repouso depois", disse o porta-voz do casal real. Segundo o ginecologista Manny Alvarez, os enjoos de Kate podem parecer assustadores, mas o sintoma é um sinal de que a gravidez é forte e saudável. Alvarez é presidente do departamento de obstetrícia, ginecologia e ciência reprodutiva do Centro Médico Universitário Hackensack, em Nova Jersey,

"Na verdade, é uma condição muito comum e geralmente acontece nas primeiras 12 semanas de gestação devido aos altos níveis de hormônios no corpo da mãe", disse o médico. "Isso ativa a sensação de náuseas e vômitos, o que, em muitos casos, é um bom sinal", afirmou.

Casos mais graves e possibilidade de gêmeos
De acordo com Manny Alvarez, a condição se torna problemática quando os vômitos ficam mais intensos, e a gestante tem que se preocupar com desidratação e desnutrição. É geralmente nesses casos que as pacientes são levadas ao hospital para receber nutrientes suplementares.

A gravidez de gêmeos também é um fator que pode acarretar a ocorrência de hiperêmese gravídica, já que o corpo da mulher produz uma quantidade maior de hormônios do que se esperasse por apenas um bebê. "A boa notícia é que a hiperêmese geralmente significa um bebê forte. Eu me pergunto se ela terá gêmeos", afirmou Alvarez. "Na 16ª semana, a condição geralmente passa", disse o médico.

Com informações da Fox News.

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