
A França e os Estados Unidos reforçaram nesta quarta-feira a segurança de embaixadas e escolas em meio a temores de que as caricaturas de Maomé publicadas em uma revista francesa aticem a violência que agita o mundo muçulmano por causa de um filme ofensivo ao Islã.
Veja imagens do polêmico filme anti-Islã
Protestos, dia 1: embaixador dos EUA na Líbia é morto
Protestos, dia 2: Obama promete fazer justiça
Protestos, dia 3: embaixada dos EUA no Iêmen é cercada
Protestos, dia 4: fúria se espalha por África e Oriente Médio
Protestos, dia 5: Al-Qaeda convoca muçulmanos para novos ataques
Protestos, dia 6: Líbia prende 50 pessoas por ataques à embaixada
Protestos, dia 7: manifestações chegam à Indonésia
Mais de 30 pessoas morreram desde a semana passada nos ataques e manifestações desencadeados pela difusão na internet de trechos do filme A inocência dos muçulmanos, incluindo 12 mortos em um atentado suicida praticado na terça-feira no Afeganistão por uma mulher.
A França tomou "medidas de segurança especiais" para proteger suas embaixadas, depois da publicação da caricatura do profeta dos muçulmanos na revista Charlie Hebdo, anunciou o ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius.
Na sexta-feira - dia de oração para os muçulmanos, com frequência seguida de protestos - a França fechará suas sedes diplomáticas, instituições culturais e escolas em cerca de vinte países. Na Tunísia, os colégios permanecerão fechados desta quarta-feira até a próxima segunda.
O partido islamita tunisiano Ennahda argumentou que os muçulmanos têm o "direito de protestar" pacificamente, depois da publicação das caricaturas.
EUA, Paquistão e Afeganistão
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, também anunciou medidas especiais para proteger as embaixadas dos Estados Unidos, principal alvo da ira provocada pela difusão do filme sobre Maomé considerado ofensivo, produzido nesse país.
No Paquistão, o governo decretou feriado nacional em homenagem ao profeta Maomé na sexta-feira. No leste do Afeganistão, cerca de mil pessoas bloquearam a estrada para Cabul gritando "Morte aos Estados Unidos" e "Morte aos inimigos do Islã".
Revista tem tiragem esgotada
A revista satírica francesa Charlie Hebdo, com seu habitual estilo provocador, entrou de cabeça na polêmica, zombando tanto do filme quanto da intolerância religiosa, com caricaturas que, em dois casos, mostram o Maomé nu. A primeira edição teve seus exemplares esgotados e, à tarde, a revista anunciou uma segunda tiragem.
A polícia reforçou a segurança nos arredores da redação da Charlie Hebdo, em Paris, que já teve escritórios incendiados em novembro de 2011, logo após a publicação de um número que zombava da sharia, a lei islâmica.Caricaturas que joga lenha na fogueira A Al-Azhar, principal autoridade do islã sunita, com sede no Cairo, condenou a publicação dessas caricaturas.
"A Al-Azhar e todos os muçulmanos rejeitaram categoricamente a insistência de uma revista francesa em publicar caricaturas que atentam contra o Islã e seu profeta", disse o xeque da Al-Azhar, Ahmed al Tayeb.
O jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, afirmou que a publicação dessas caricaturas é uma "iniciativa discutível" que "joga lenha na fogueira". "No momento em que tentamos, a duras penas, reduzir a tensão no mundo islâmico em razão do filme A inocência dos muçulmanos, corremos o risco, hoje, de abrir de uma nova frente de protesto", indicou o jornal.
Liberdade de expressão vs diplomacia
O governo socialista francês precisa agora equilibrar os princípios republicanos da liberdade de expressão com os imperativos de sua diplomacia e as suscetibilidades de sua comunidade muçulmana, a maior da Europa, de cerca de cinco milhões de fieis.
"Na França, o princípio é a liberdade de expressão e não é preciso miná-lo, mas, neste contexto, levando em conta esse filme estúpido, esse vídeo absurdo que foi divulgado, há uma grande comoção em muitos países muçulmanos", disse Laurent Fabius.
"É pertinente e inteligente colocar mais lenha na fogueira? A resposta é não", acrescentou o ministro, pedindo equilíbrio. O primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault lembrou que a França é "um país onde as leis são respeitadas" e que se alguém considera que houve infrações à lei, pode apresentar uma denúncia.
O conselho foi ouvido de imediato: à tarde, uma fonte judicial revelou que a Charlie Hebdo tinha sido denunciada no tribunal de Paris por incitação ao ódio.
- Manifestantes penduram a bandeira da Al-Qaeda em um mastro da embaixada americana no Cairo Foto: AFP
- Manifestantes se penduram em portão da embaixada americana em Sana, no Iêmen. Centenas de manifestantes invadiram nesta quinta-feira a representação durante um protesto contra um vídeo sobre o profeta Maomé considerado ofensivo pelos muçulmanos, que já causou ataques violentos contra legações americanas na Líbia e no Egito Foto: EFE
- Manifestantes protestaram contra um filme anti-Islã feito por um americano Foto: AP
- Manifestantes tiram a bandeira americana durante a invasão da embaixada dos EUA no Cairo Foto: AFP
- Veículo do consulado americano em Benghazi é incendiado durante a invasão em protesto contra o filme anti-Islã Foto: AFP
- Homem armado celebra o ataque ao consulado americano em Benghazi, na Líbia. O prédio foi incendiado e quatro americanos morreram, entre eles o embaixador dos EUA no país, Christopher Stevens Foto: AFP
- Foto: Terra
- O interior do consulado dos Estados Unidos em Benghazi foi destruído pelo incêndio Foto: AP
- Carro estacionado no pátio do consulado americano foi queimado no ataque Foto: AP
- O presidente do Congresso Nacional líbio, Mohamed al-Megaryef, dá entrevista em Trípoli e pede perdão aos Estados Unidos "e a todo o mundo" pelo ataque ao consulado dos Estados Unidos em Benghazi Foto: AFP
- Palestinos gritam palavras de ordem contra o filme anti-Islã, na Faixa de Gaza Foto: AFP
- Bandeira dos EUA é queimada em protesto em frente à sede da ONU Foto: AFP
- Manifestantes queimam uma bandeira americana com o rosto da atriz Marilyn Monroe, em Túnis Foto: AFP
- Polícia usa bombas de gás para dispersar manifestantes que protestavam contra o filme anti-Islã em frente à embaixada dos EUA em Túnis Foto: AFP
- Policiais reforçam a segurança em frente à embaixada americana em Túnis, na Tunísia. A Casa Branca aumentou o número de seguranças de suas equipes diplomáticas em vários países Foto: AP
- Mulheres participam de protesto em frente ao consulado americano em Casablanca, no Marrocos Foto: AP
- Muçulmanas gritam palavras de ordem contra os Estados Unidos em Casablanca, no Marrocos Foto: AFP
- A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, faz um pronunciamento condenando o ataque que matou o embaixador dos EUA na Líbia, Christopher Stevens, e outros três americanos. "O mundo precisa de mais Chris Stevens", disse Hillary Foto: AP
- O presidente americano, Barack Obama, fala sobre a morte do embaixador dos EUA na Líbia, Christopher Stevens. "Nós vamos trabalhar com o governo líbio para levar justiça aos assassinos que atacaram nosso pessoal", disse Obama Foto: AP
- Em Benghazi, na Líbia, homem segura um cartaz que pede desculpas aos Estados Unidos por um comportamento que não é próprio do Islã Foto: AP
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- Veículo é queimado em frente à embaixada dos EUA no Cairo em um protesto durante a madrugada Foto: AP
- Policial observa carros em chamas após um novo protesto no Cairo, Egito, contra o filme anti-Islã americano Foto: AP
- Em Kut, no Iraque, homens queimam uma bandeira americana e duas israelenses Foto: AFP
- Manifestantes queimam objetos em frente à embaixada americana em Sanaa Foto: AFP
- Homens quebram vidros de janelas e portas da embaixada americana em Sanaa Foto: AFP
- Muçulmanos egípcios escalam o muro que cerca a embaixada dos EUA no Cairo em protesto Foto: AP
- Manifestante se prepara para atirar gás lacrimogêneo na direção de policiais durante confronto no Cairo Foto: Reuters
- Muçulmanos exigem respeito pelo profeta Maomé durante ato contra o filme em frente à embaixada americana em Jacarta, na Indonésia Foto: AP
- Policiais coletam pedras para atirar em manifestantes durante confronto no Cairo Foto: Reuters
- Muçulmanos queimam bandeiras de Israel e Estados Unidos durante protesto em Daca, Bangladesh Foto: Reuters
- Muçulmanos protestam e mostram sapatos durante protesto em frente à Mesquita Nacional de Daca, em Bangladesh. Cerca de 10 mil fieis de diversos grupos protestaram contra o filme nesta sexta-feira na cidade Foto: Reuters
- Egípcio exibe cartucho de bala vazio que recolheu do chão durante conflitos entre manifestantes e policiais em frente à embaixada americana no Cairo. Novos protestos irromperam nesta sexta-feira no mundo muçulmano contra a divulgação de um filme produzidos nos EUA que satiriza o profeta Maomé Foto: Reuters
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- Indiano caminha sobre bandeira americana durante protesto contra o filme Innocence of Muslins ("Inocência dos Muçulmanos", em tradução livre), em Hyderabad Foto: AP
- Manifestantes protestam contra o filme na praça Beyazit, em Istambul, na Turquia Foto: AFP
- Menino segura uma arma de brinquedo durante protestos no campo de refugiados de Ain el-Hilweh, perto de Sidon, no Líbano Foto: AP
- Muçulmano queima uma bandeira americana em Srinagar, na Índia Foto: AFP
- Manifestantes tentam ultrapassar o arame farpado para chegar à embaixada americana em Islamabad, no Paquistão Foto: AFP
- O planeta assiste nesta sexta-feira uma onda de indignação no mundo muçulmano. Manifestações conta o filme que ridiculariza o islamismo tomam conta das ruas e praças em países como Índia, Paquistão, Irã, Iêmen, Bangladesh, Líbano, Líbia, Egito e Sudão. Bandeiras americanas são queimadas nas ruas e multidões tentam chegar às representações diplomáticas ocidentais. Na imagem, um iraniano rasga uma bandeira dos Estados Unidos durante um protesto em Teerã Foto: AFP
- Muçulmanos tentam quebrar janela no consulado americano na cidade de Chennai, na Índia. O planeta assiste nesta sexta-feira uma onda de indignação no mundo muçulmano. Manifestações contra o filme Inoccence of Muslims ("Inocência dos Muçulmanos") que ridiculariza o islamismo tomam conta das ruas e praças de países de maioria muçulmanas. Embaixadas americanas se tornaram alvos de muitos ataques Foto: Reuters
- Muçulmano queima bandeira dos Estados Unidos durante protesto nas proximidades da embaixada desse país em Amã, na Jordânia Foto: AP
- Manifestantes palestinos são refletidos na viseira de capacete de policial israelense durante protesto em Jerusalém oriental Foto: AP
- Mulheres sírias apoiadores do regime de Bashar al-Assad participam de protesto contra o filme nas proximidades da embaixada americana em Damasco, que está desocupada Foto: Reuters
- Membros do banido grupo Frente de Salvação Islâmica protestam contra a difamação do profeta Maomé em Argel, na Argélia Foto: Reuters
- Manifestantes carregam companheiro ferido durante confrontos com a polícia em frente à embaixada americana em Sana, no Iêmen Foto: AP
- Muçulmanos queimam bandeira americana em frente à representação diplomática em Sana, no Iêmen Foto: AP
- Iraquianos exibem cópias do Alcorão durante protesto realizado em meio às preces de sexta-feira em Kufa Foto: AP
- Iranianos protestam contra os Estados Unidos durante manifestação em Teerã Foto: AP
- Quenianos muçulmanos queimam a bandeira Americano durante protesto em frente à mesquita Sakina Jamia, em Mombasa Foto: AP
- Afegãos protestam contra o filme em Jalalabad Foto: Reuters
- Manifestante exibe placa em que se lê: "América, lembre o 11 de setembro", durante protesto contra o filme em Jacarta Foto: AFP
- Libaneses atacam franquia do restaurante americano KFC em Trípoli, no Líbano Foto: AP
- Manifestantes correm para se proteger de gás lacrimogêneo disparado por policiais durante confronto em frente à embaixada dos Estados Unidos em Túnis, na Tunísia Foto: Reuters
- Manifestantes invadem a embaixada da Alemanha em Cartum, no Sudão. Muçulmanos invadiram o local para protestar contra o filme americano e contra a publicação de charges consideradas ofensivas em jornais alemães Foto: AFP
- Manifestantes fazem passeata pacífica em frente à embaixada americana em Doha, no Catar Foto: AP
- A onda de fúria e protestos contra um filme que insulta o profeta Maomé e se espalhou pelo Oriente Médio desde terça-feira terminou seu quarto dia com mais confrontos na cidade do Cairo. Na imagem, fogos de artifício são incendiados no chão e explodem em meio a tumulto entre policiais e manifestantes Foto: Reuters
- Manifestantes queimam entulho em protesto na cidade do Cairo, no Egito Foto: Reuters
- Manifestantes arremessam pedras em policiais na cidade do Cairo, no Egito Foto: Reuters
- Muçulmanos queimam bandeira americana para protestar contra o filme que difama o profeta Maomé em Lahore, no Paquistão. Duas pessoas morreram no país em novo protesto nesta segunda-feira, quando segue uma série de protestos no mundo islâmico - iniciados na terça-feira passada - contra o filme Inocência dos Muçulmanos, que difama o profeta Maomé Foto: AFP
- Policiais afegãos são vistos atrás de barricada em chamas montada em frente à base militar americana em Cabul Foto: AP
- Polícia detém membro do Partido Islâmico do Azerbaijão durante protesto em frente à embaixada americana em Baku Foto: AP
- Policiais disparam gás lacrimogênio na direção manifestantes que protestam contra o filme Inocência dos Muçulmanos em frente à embaixada americana em Jacarta, na Indonésia Foto: AP
- Muçulmanos indonésios seguram placas de protestos contra os Estados Unidos durante protesto em Jacarta. Nas placas se lê: "EUA vão para o inferno!!!" Foto: AP
- Menino exibe faixa que vende para estudantes durante manifestação na Universidade de Sana, no Iêmen, contra o filme. Na faixa se lê: "Qualquer (pode ser insultado) menos você, ó mensageiro de Alá!" Foto: Reuters
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- Muçulmanos incendeiam bandeira americana durante protesto em Cabul, no Afeganistão Foto: Reuters
- Simpatizantes do movimento Hizb ut-Tahrir, o partido islâmico global, protestam em frente à embaixada americana em Londres, no Reino Unido Foto: AP
- Polícia paquistanesa usa jatos d'água para conter manifestação em frente a consulado americano em Karachi, no Paquistão Foto: AP
- Membros do movimento Hizb ut-Tahrir, o partido islâmico global, protestam contra o filme em frente à embaixada americana em Copenhague, na Dinamarca Foto: AP
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- Homem extingue incêndio em escolar americana adjacente à embaixada dos EUA em Túnis, na Tunísia, após o local ter sido destruído por manifestantes na véspera Foto: AP
- Investigadores líbios deixam consulado americano em Benghazi após terminarem de investigar o ataque que provocou a morte do embaixador Chris Stevens e de outros três funcionários da diplomacia dos EUA Foto: AP
- Manifestantes egípcios se reúnem ao redor de carro em chamas durante protesto no Cairo Foto: AP
- Policiais franceses observam grupo de manifestantes que se reuniu na Praça da Concórdia, no centro de Paris, para protestar contra o filme que difama o profeta Maomé. Cerca de 100 pessoas participaram do ato Foto: Reuters
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- Dois homens choram a morte do irmão deles em um atentado em Cabul, no Afeganistão, realizado em protesto contra o filme anti-Islã Foto: AP
- Mulheres muçulmanas seguram cartazes em protesto em frente à embaixada americana em Bangcoc, na Tailândia Foto: AP
- Em Medanl, na Indonésia, homens queimam uma bandeira dos Estados Unidos em frente à sede da missão diplomática do país Foto: AFP
- Homem pula sobre uma fogueira feita durante um protesto de muçulmanos em Srinagar, na região da Caxemira, na Índia Foto: AP
- Bombeiros tentam controlar o incêndio em um veículo do governo durante um protesto em Srinagar, na Caxemira, na Índia. O filme americano Inocência dos Muçulmanos, que ofende os seguidores de Maomé, segue provocando violentas manifestações no mundo islâmico Foto: AP
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- Homens gritam palavras de ordem enquanto mostram cartazes em protesto contra o filme Inocência dos Muçulmanos, em Srinagar, na Índia Foto: AP
- Muçulmano chuta um cartaz colocado na cerca ao redor da embaixada americana em Jacarta, na Indonésia Foto: AP
- Clérigos protestam em marcha contra o filme americano anti-Islã, em Kerbala, 110 km ao sul de Bagdá, no Iraque Foto: Reuters
- Estudantes universitários queimam bandeiras representando a dos Estados Unidos, no distrito de Surkhrod, no Afeganistão Foto: AP
- Homens empurram o portão da embaixada americana em Islamabad, no Paquistão, e enfrentam policiais. Muçulmanos em vários países seguem protestando contra o filme americano que ofende Maomé e seus seguidores Foto: AP
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- Afegãos seguram cartazes que dizem "Nosso líder Maomé", em protesto em Cabul Foto: AP
- Homens queimam uma bandeira americana e um boneco representando o presidente Barack Obama, na cidade paquistanesa de Chaman, na fronteira com o Afeganistão Foto: AP
- Manifestantes se abrigam atrás de um contêiner durante conflito com policiais em Islamabad Foto: AP
- Manifestante lança de volta uma bomba de gás lacrimogêneo contra policiais, em Islamabad, no Paquistão Foto: AP
- Homens incendeiam um posto policial durante um protesto contra o filme anti-Islã americano, em Islamabad Foto: AP
- Homem tenta proteger os olhos do gás lacrimogêneo lançado por policiais após protestos em Islamabad, no Paquistão. Centenas de muçulmanos voltaram às ruas da cidade em uma manifestação contra o filme americano Inocência dos Muçulmanos, que ofende Maomé e os seguidores do Islamismo Foto: AP
- Manifestante usando a máscara de Guy Fawkes protesta em frente à embaixada americana em Kuala Lumpur, na Malásia. Muçulmanos voltaram a protestar nesta sexta-feira contra o filme produzido nos EUA Inocência dos Muçulmanos e contra charges de Maomé publicadas em uma revista francesa. Na placa se lê: "Não seja um tolo. Busque a VERDADE ou queime no INFERNO para SEMPRE" Foto: AFP
- Bandeira americana em chamas é vista no chão durante protesto em frente ao Clube Nacional de Imprensa, em Daca, Bangladesh. Cerca de 10 mil muçulmanos participaram do protestos nesta sexta-feira Foto: Reuters
- Muçulmanos queimam bandeira americana durante protesto em Makassar, na Indonésia Foto: AP
- Muçulmanos paquistaneses protestam contra os Estados Unidos em Rawalpindi. O Paquistão estabeleceu esta sexta-feira como o dia do amor a Maomé Foto: AP
- Bengalis realizam "execução" de boneco do cineasta responsável pela produção do filme Inocência dos Muçulmanos em Daca, Bangladesh Foto: Reuters
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- Manifestantes queimam bandeiras dos Estados Unidos e da França em protesto em Daca, Bangladesh Foto: Reuters
- O xeque sunita Ahmad al-Assir discursa em um protesto contra as ofensas a Maomé, em Beirute, no Líbano Foto: Reuters
- Mulher segura um exemplar do Alcorão em um protesto de palestinos em Jerusalém Foto: Reuters
- Homens gritam em protesto contra as ofensas aos muçulmanos, em frente à embaixada dos EUA em Sanaa, no Iêmen Foto: Reuters
- Muçulmanos e um padre protestante (centro) se manifestam em Freiburg, na Alemanha Foto: AP
- Paquistaneses provocam incêndios em mais um dia de protesto em Peshawar Foto: AFP
- Homem segura um lenço no rosto enquanto policiais lançam bombas de gás lacrimogêneo, em Islamabad Foto: AP
- Cinema é destruído por incêndio ateado por manifestantes que reclamavam das ofensas a Maomé, em Peshawar, no Paquistão Foto: AP
- Manifestantes derrubam um contêiner que a polícia usou para tentar bloquear o protesto, em Lahore, no Paquistão Foto: AP
- Foto: Terra
- Mulheres muçulmanas exibem cópia do Alcorão durante protesto em Dortmund, na Alemanha Foto: EFE
- Inteiramente cobertas por véus, mulheres protestam em Karbala, no Iraque Foto: Reuters
- Estudantes erguem espadas durante protesto contra o vídeo em Lahore, no Paquistão Foto: EFE
- Bengali é agredido por policial ao ser preso em Daca. Os manifestantes protestaram contra o filme Inocência dos Muçulmanos e charges do profeta Maomé publicadas na revista francesa Charlie Hebdo Foto: Reuters
- Homem é agredido por policiais durante protesto contra o filme que difama o profeta Maomé em Daca, Bangladesh. Uma multidão voltou a protestar neste sábado no país. Pelo menos 10 pessoas ficaram feridas e dezenas foram presas Foto: AP
- Menina segura um exemplar do Alcorão em um protesto contra o filme Inocência dos Muçulmanos, em Bint Jbeil, no Líbano. A garota usa uma faixa na cabeça em que está escrito "Ao seu serviço, profeta de Deus" Foto: AP
- Foto: Terra
- Apoiadores de um partido político islâmico marcham durante uma greve em Daca, Bangladesh, neste domingo. Escolas e empresas estão fechadas e o transporte foi interrompido enquanto grupos islâmicos radicais protestam contra filme que denigre a imagem do profeta Maomé Foto: AP
- Simpatizantes de partidos políticos islâmicos apoiam líder em greve geral em Daca, em Bangladesh, neste domingo. A maioria das escolas, lojas e escritórios do país foram fechados em uma greve geral por imposição da oposição que protesta conta filme que ridiculariza o profeta Maomé na internet Foto: AFP
- Apoiadores do líder do Hezbillah, Sayyed Hassan Nasrallah, fazem protesto em Hermel, no Líbano, contra filme feito nos EUA que ridiculariza o profeta Maomé Foto: Reuters
- A polícia grega utilizou gás lacrimogêneo para impedir que mais de mil muçulmanos, que faziam uma manifestação contra o vídeo sobre Maomé, chegassem à embaixada dos Estados Unidos, na cidade de Atenas Foto: AFP
- A maioria dos participantes da manifestação era formada por jovens de origem paquistanesa e bengali. Eles enfrentaram as forças de ordem quando tentaram chegar perto da sede da diplomacia americana no país Foto: AFP
- Manifestantes fogem da fumaça de gás lacrimogênio utilizado pela polícia para controlar os protestos em Atenas Foto: AFP