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Tiroteio em companhia elétrica nos EUA deixa três mortos

7 jan 2010
14h13
atualizado às 15h54

Três pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas nesta quinta-feira depois que um homem armado com um fuzil AK47 entrou no prédio da fábrica de produtos elétricos ABB Power, de Saint Louis, nos Estados Unidos, e disparou indiscriminadamente.

Policiais trabalham no local do tiroteio, em Saint Louis
Policiais trabalham no local do tiroteio, em Saint Louis
Foto: AP

Conforme os primeiros relatórios da imprensa local, o incidente ocorreu pouco antes das 7h no horário local, (10h em Brasília), quando um indivíduo não identificado entrou na companhia ABB e disparou atingindo pelo menos um dos supervisores na cabeça.

Em meio ao caos na ABB Power, unidade da suíça ABB Ltd, um trabalhador ferido se escondeu em um escritório e outros buscavam ajuda no topo do prédio, enquanto o atirador seguia desaparecido. Uma estrada próxima foi fechada para evitar que o atirador saísse pelos fundos da empresa.

Os feridos foram transferidos para um hospital. Segundo o site de notícias KSDK, três dos feridos estão em estado grave, enquanto os outros dois estão bem. Acredita-se que o atirador tenha cometido suicídio, mas a informação ainda não foi confirmada.

A empresa identificou o atirador como Timothy Hendron, 51 anos. Uma autoridade que Hendron havia sido demitido, mas os motivos não estão claros. Hendron abriu uma ação contra a ABB e seu comitê de revisão de pensões por perdas financeiras, informou o jornal St. Louis Post-Dispatch.

Um vizinho disse que Hendron era um caçador e tinha armas. Armado com um rifle e uma arma, o atirador abriu fogo no estacionamento e, então, invadiu a fábrica, informou uma rádio local.

A empresa
A ABB Ltd, sediada em Zurique, tem 120 mil funcionários que produzem equipamentos elétricos em fábricas em todo o mundo. "Isto é obviamente uma situação muito séria e estamos trabalhando para reunir mais informações. O bem-estar de nossos empregados é de extrema importância para nós", disse a empresa em comunicado.

Com agências internacionais

EFE   

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