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Sobe para 37 o número de mortos em passagem de tornado por Oklahoma

20 mai 2013
21h34
atualizado às 21h37

Pelo menos 37 pessoas morreram nesta segunda-feira por causa de um gigantesco tornado que atingiu a área sul de Oklahoma City, em Oklahoma (EUA), segundo números oficiais divulgados pelo escritório legista do estado.

Uma porta-voz desse escritório, citada pela emissora "ABC", indicou que espera-se que o número de falecidos aumente com a passagem das horas.

Os meios de comunicação também indicam que há dezenas de feridos, sem dar um número exato, que estão sendo atendidos em hospitais da região. Além disso, as equipes de emergência estão buscando 24 crianças da escola elementar Plaza Towers, que ficou seriamente danificada pelo tornado.

As imagens captadas pelo canal local "KFOR" mostram a devastação causada pelo tornado, com casas e escolas seriamente danificadas, enquanto as equipes de emergência buscam os sobreviventes e possíveis vítimas e feridos.

A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) assinalou, em suas primeiras estimativas, que se tratou de um tornado de categoria EF4, a segunda mais forte, com ventos de até 320 quilômetros por hora.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, falou por telefone com a governadora de Oklahoma, Mary Fallin, para expressar sua preocupação pelo ocorrido e por todos os afetados, segundo a Casa Branca.

De acordo com Obama, a Agência Federal de Emergências (Fema) já pôs uma equipe de assistência à disposição das autoridades locais e estaduais para apoiá-las no terreno em tudo o que seja possível.

As imagens da "KFOR" mostram quilômetros e quilômetros de zonas residenciais completamente arrasadas, especialmente nos conjuntos habitacionais de Newcastle e Moore, ambos ao sul de Oklahoma City.

Jayme Shelton, uma porta-voz de Moore, explicou que 160 oficiais da polícia e dos bombeiros estão indo casa por casa buscando pessoas que possam estar presas entre os escombros.

Em 1999, outro tornado afetou Moore, destruiu parte da cidade e matou 41 pessoas.

EFE   
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