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Obama classifica massacre de Orlando como "ato de terrorismo e ódio"

12 jun 2016
16h46
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, classificou neste domingo como "ato de terrorismo e ódio" o massacre ocorrido em uma boate gay em Orlando, na Flórida, que deixou pelo menos 50 mortos e 53 feridos.

"Isto foi um ato de terrorismo e ódio e, como americanos, estamos unidos na dor, na indignação e na determinação para defender a nossa gente. O atirador era uma pessoa cheia de ódio e nos próximos dias descobriremos por que e como isso aconteceu", afirmou Obama, visivelmente abatido, em declaração feita na Casa Branca.

O líder americano ressaltou que esse foi "o tiroteio mais letal na história" dos Estados Unidos, após se reunir com o diretor do FBI (polícia federal americana) e seus assessores em matéria de segurança nacional. "Ainda estamos conhecendo os fatos", comentou, ao dizer que o massacre é investigado como "um ato de terrorismo".

O presidente também ordenou que as bandeiras ondeiem a meio mastro na Casa Branca e em todos os edifícios federais até o anoitecer de quinta-feira "como sinal de respeito às vítimas do ato de ódio e terrorismo" na boate de Orlando.

A polícia da cidade informou neste domingo o número de vítimas do massacre na boate Pulse chega a 50 pessoas, além das 53 pessoas que ficaram feridas. O ataque, que começou em torno das 2h locais (3h em Brasília), é o pior tiroteio em massa na história do país.

O responsável pelo ataque, que carregava um fuzil e uma pistola, morreu em confronto com agentes das forças da ordem. O agressor foi identificado como Omar Mateen, segundo confirmou o congressista Alan Grayson, que visitou o local da tragédia.

Pouco se sabe de Mateen, apenas que era um americano de origem afegão, residia em uma cidade próxima a Orlando e que morreu na boate Pulse.

EFE   
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