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Lei dos EUA é ampliada para proteger gays e imigrantes contra abusos

7 mar 2013
19h40
atualizado às 19h59
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O presidente dos EUA, Barack Obama, reautorizou na quinta-feira a Lei da Violência Contra a Mulher, histórica legislação de 1994 contra a violência doméstica no país. Numa cerimônia lotada no Departamento do Interior -a Casa Branca não conseguiria acomodar tantos ativistas que apoiaram a medida, segundo o presidente-, Obama sancionou uma versão ampliada da lei, que estende as suas proteções a homossexuais, imigrantes, indígenas e vítimas do tráfico sexual.

Em sessão lotada, Obama assina a reautorização da Lei da Violência Contra a Mulher
Em sessão lotada, Obama assina a reautorização da Lei da Violência Contra a Mulher
Foto: AFP

"Um dos grandes legados desta lei é que ela não se limitou a mudar as regras", disse Obama. "Ela mudou nossa cultura. Valorizou as pessoas para que começassem a se manifestar..., e deixou claro para as vítimas que elas não estavam sozinhas, que sempre tinham um lugar aonde ir, e que sempre tinha gente ao seu lado. E hoje, porque membros dos dois partidos trabalharam juntos, somos capazes de renovar esse compromisso."

A nova versão da lei foi aprovada graças à ação de 87 deputados e 18 senadores republicanos que convenceram suas lideranças partidárias a apoiarem o projeto.

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