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EUA: condenado à pena de morte se suicida 3 dias antes de execução

6 ago 2013
01h19
atualizado às 01h27
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Um homem que estava no corredor da morte do estado de Ohio, nos Estados Unidos, se suicidou no último domingo, três dias antes da data programada para sua execução, informou nesta segunda-feira a emissora ABC News.

Slagle estava sozinho na cela no momento de seu suicídio, que aconteceu poucas horas antes do início da vigilância constante do condenado
Slagle estava sozinho na cela no momento de seu suicídio, que aconteceu poucas horas antes do início da vigilância constante do condenado
Foto: AP

Billy Slagle, de 44 anos, "usou um objeto de propriedade admissível", ou seja, autorizado pelos guardas da prisão, para se enforcar em sua cela no domingo, disse à ABC a porta-voz do Departamento Correcional do estado, JoEllen Smith.

A porta-voz e os funcionários da prisão de Chillicothe não especificaram qual foi o objeto utilizado por Slagle para se enforcar.

Hoje foi feita uma necropsia no cadáver e os resultados preliminares da mesma "são consistentes com suicídio por enforcamento", mas ainda restam alguns exames toxicológicos, segundo comunicado do Instituto Médico Legal (IML) local.

Slagle estava sozinho na cela no momento de seu suicídio, que aconteceu poucas horas antes do início da vigilância constante do condenado.

Essa supervisão é aplicada em todos os condenados à pena de morte, 72 horas antes de sua execução, para evitar que cometam suicídio, explicou Smith.

Slagle foi condenado à morte em 1988 pelo assassinato a punhaladas de sua vizinha, Mari Anne Pope, durante o assalto na casa em que a jovem cuidava de duas crianças pequenas.

O governador de Ohio, John Kasich, rejeitou no dia 24 de julho o pedido de clemência de Slagle, cujos advogados argumentavam que era muito jovem e estava sob a influência do álcool quando cometeu o crime.

O suicídio de Slagle é o primeiro na história no corredor da morte de Ohio, mas episódios similares ocorreram com reclusos condenados à pena capital na Califórnia, Carolina do Sul e Arizona.

EFE   

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