
O virtual candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Mitt Romney, prometeu que, se for eleito, Cuba "sentirá todo o peso da determinação americana". O republicano também criticou nesta sexta-feira o relaxamento da pressão de Washington sobre Havana, se referindo diretamente ao futuro adversário nas eleições de novembro, Barack Obama.
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Romney: entre o favoritismo e o ceticismo republicano
"Nos últimos anos temos visto os EUA reduzirem a pressão sobre o regime de Castro sob a visão equivocada de que vai apaziguá-los com a mão aberta. Esta ingenuidade tem permitido maior crueldade e opressão", disse Romney. A administração Obama suavizou nos últimos anos várias proibições, como o número de viagens da comunidade cubana à Ilha, remessas de dinheiro e intercâmbio cultural, acadêmico, esportivo ou científico.
"Se for eleito presidente, o regime de Castro não terá qualquer razão para duvidar do nosso firme compromisso com a causa do povo", afirmou ele, em mensagem pelo dia da independência de Cuba. Romney qualificou o governo de Raúl Castro de "regime brutal totalitário" e lembrou as mortes do opositor preso Orlando Zapata e da líder das Damas de Branco, Laura Pollán, além da pena de 15 anos de prisão para o empresário americano Alan Gross. "A luta por uma Cuba livre já exigiu muito tempo (...). Juntos vamos acelerar a chegada do dia do fim deste regime", prometeu Romney.
