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Cruz Vermelha dos EUA arrecada US$ 8 mi para vítimas no Japão

14 mar 2011
16h08
atualizado às 16h35

A Cruz Vermelha americana arrecadou cerca de US$ 8 milhões para as vítimas do terremoto e do tsunami que atingiram o Japão na última sexta-feira, anunciou nesta segunda-feira um representante da organização.

Bombeiros buscam vítimas do terremoto e do tsunami em meio à destruição na cidade de Kesennuma
Bombeiros buscam vítimas do terremoto e do tsunami em meio à destruição na cidade de Kesennuma
Foto: AP

A Cruz Vermelha dos Estados Unidos arrecadou US$ 7,75 milhões no domingo à tarde, dos quais 1,1 milhão por SMS, explicou um porta-voz da organização, que informou que os fundos serão enviados à filial japonesa.

Diversas empresas, entre elas o Exército da Salvação americano, também reuniram doações para as vítimas do terremoto de 8,9 graus de magnitude, que foi seguido de um tsunami que arrasou o nordeste do Japão. Outras empresas dos Estados Unidos, vinculadas ao Japão, também anunciaram que reunirão doações.

A General Electric, que produziu os reatores da central nuclear de Fukushima 1, danificada pela catástrofe, informou que doará US$ 5 milhões para ajudar os afetados, além de oferecer assistência técnica. O gigante de Wall Street Goldman Sachs informou, por sua vez, que destinará uma ajuda de US$ 6,1 milhões, enquanto o Morgan Stanley enviará US$ 1,2 milhão.

Terremoto e tsunami devastam Japão
Na sexta-feira, 11, o Japão foi devastado por um terremoto que, segundo o USGS, atingiu os 8,9 graus da escala Richter, gerando um tsunami que arrasou a costa nordeste nipônica. Fora os danos imediatos, o perigo atômico permanece o maior desafio. Diversos reatores foram afetados, e a situação é crítica em Fukushima, onde existe o temor de um desastre nuclear.

Juntos, o terremoto e o tsunami já deixaram mais de 1.800 mortos, e os prejuízos já passam dos US$ 170 bilhões. Em meio a constantes réplicas do terremoto, o Japão trabalha para garantir a segurança dos sobreviventes e, aos poucos, iniciar a reconstrução das áreas devastadas.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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