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Bobby Kennedy ordenou assassinato de Marilyn, diz livro

17 mai 2014
11h13
atualizado às 11h24
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A morte de Marilyn Monroe, em agosto de 1962, não foi suicídio, mas sim um assassinato orquestrado por Bobby Kennedy, irmão do ex-presidente americano John F. Kennedy, para silenciá-la quando a atriz estava prestes a revelar segredos da família Kennedy que ela mantinha registrados em um diário. A alegação está presente no livro The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed (O Assassinato de Marilyn Monroe: Caso Encerrado, em tradução livre), escrito pelos jornalistas Jay Margolis, repórter investigativo e especialista na vida da atriz, e Richard Buskin, escritor do The New York Times e autor de 30 livros de não-ficção.

<p>Marilyn foi encontrada morta em agosto de 1962, e sua morte foi apontada como "provável suicídio"</p>
Marilyn foi encontrada morta em agosto de 1962, e sua morte foi apontada como "provável suicídio"
Foto: Getty Images

Detalhes do livro, que conta a história por meio de depoimentos de testemunhas oculares e entrevistas, foram revelados pelo tabloide britânico Daily Mail. A publicação afirma que Bobby Kennedy teve ajuda de seu cunhado, o ator Peter Lawford, além do psiquiatra de Marilyn, Ralph Greenson, que deu uma injeção fatal de pentobarbital no coração da atriz.

"Bobby Kennedy estava determinado a calá-la, independentemente das consequências", teria revelado Lawford mais tarde, de acordo com os autores, sentindo-se culpado pela morte da estrela. "Foi a coisa mais louca que já fiz - e eu estava louco o suficiente para deixar que isso acontecesse." O assassinato foi supostamente testemunhado por um atendente de uma ambulância, que chegou na casa de Marilyn e viu o psiquiatra injetar a droga diretamente no coração da estrela de Hollywood, quebrando uma de suas costelas com a agulha.

Bobby Kennedy se envolveu com Marilyn no verão de 1962, quando ele foi enviado para Los Angeles por seu irmão Jack para convencer a atriz a parar de contatar o presidente na Casa Branca, já que ele não iria se divorciar de Jackie para casar com ela. Segundo o livro, ela se apaixonou por Bobby, que também não queria largar a mulher por ela.

Marilyn teria então ameaçado Bobby com uma conferência de imprensa onde ela iria revelar seus casos ilícitos com Jack e com ele, além de todos os segredos que sabia sobre a família Kennedy e mantinha em um diário.

Até hoje, a morte de Marilyn é cercada de mistério. O psiquiatra da atriz foi quem avisou à polícia sobre sua morte, dizendo que ela foi encontrada morta em sua casa. A autópsia indicou drogas em seu corpo, e a morte foi tratada como um envenenamento barbitúrico agudo, resultante de um provável suicídio.

De acordo com o livro, no entanto, quando os motoristas da ambulância a encontraram em sua casa, ela estava nua, deitada sem lençois nem cobertores, e à volta dela não havia nem copo d'água nem vestígios de álcool.

Fonte: Terra

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