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Ameaça terrorista aos EUA está vinculada à Al-Qaeda no Iêmen

Informação foi divulgada pela rede norte-americana CNN; a Al-Qaeda no Iêmen estaria finalizando um plano de ataque

2 ago 2013
19h07
atualizado às 19h19
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A ameaça terrorista que levou os Estados Unidos a emitir um alerta de viagem a seus cidadãos e a fechar suas embaixadas em vários países no próximo domingo está vinculada à Al-Qaeda no Iêmen, afirmaram nesta sexta-feira fontes oficiais citadas pela emissora CNN.

A inteligência americana tem a informação de que a Al-Qaeda no Iêmen estaria "nas últimas fases" do planejamento de um ataque não especificado, segundo essas fontes. A própria inteligência monitorou "uma crescente ameaça" contra alvos americanos e ocidentais por parte da célula durante algumas semanas.

Segundo a CNN, há uma preocupação particular sobre a embaixada americana no Iêmen durante estes dias que coincidem com o final do Ramadã. O governo dos Estados Unidos emitiu hoje um alerta mundial de viagem para seus cidadãos devido à possibilidade de ataques da Al-Qaeda.

No alerta, o Departamento de Estado adverte os americanos sobre "a possibilidade contínua de ataques terroristas", especialmente no Oriente Médio e norte da África, e que podem ocorrer ou proceder da Península Arábica.

"A informação atual sugere que a Al-Qaeda e as organizações ligadas à ela seguem planejando ataques terroristas" e que os "esforços" para realizá-los poderiam se concentrar "entre agora e finais de agosto", data na qual vence o alerta.

Ontem, o Departamento de Estado deu instruções para que pelo menos 18 de suas embaixadas e consulados, a maioria em países muçulmanos, permaneçam fechados no próximo domingo, dia laboral nessas nações.

A porta-voz adjunta do Departamento de Estado, Marie Harf, argumentou que esta medida foi tomada "por precaução e cuidado" em relação às pessoas que trabalham nesses locais. Em alguns casos, o fechamento pode até se estender por mais dias após domingo.

Entre as embaixadas e consulados afetados por esse fechamento estão os de Argélia, Iêmen, Arábia Saudita, Bangladesh, Kuwait, Israel, Turquia, Egito, Afeganistão, Iraque e Líbia.

EFE   
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