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Domingo, 30 de março de 2008, 23h09

Cafetina brasileira diz que foi pressionada a confessar crimes

Andréia Schwartz, a brasileira que, segundo a mídia americana, teria sido informante no caso que derrubou o ex-governador de Nova York, Eliot Spizer, negou as acusações de que era cafetina nos Estados Unidos e disse que foi obrigada a confessar crimes que não cometeu, em entrevista ao Fantástico.

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Ela afirma ter apenas trablhado como modelo durante cinco anos. Com o dinheiro ganho, teria conseguido comprar um apartamento de US$ 1,5 milhão.

Mas Andréia perdeu tudo quando ainda estava nos Estados Unidos, depois de ser acusada de ter ficado milionária com exploração sexual, o que ela prontamente nega. "Isso é uma loucura. Eu conhecia mulhereres lindas e as apresentava para homens, mas nunca fiz isso em troca de dinheiro", disse.

A suposta cafetina alega ter sido pressionada a confessar crimes que não cometeu, como o comando de uma rede de prostituição e posse de drogas. "Eu estava desesperada. Era a minha palavra contra a dos policiais", lembra.

Sobre Eiot Spizter, ela afirma somente que sabia que ele estava envolvido com modelos, e não com uma rede de prostiuição. "Elas eram minhas conhecidas, mas eu não tive participação nenhuma na queda do governador."

No entanto, quando questionada sobre se possui alguma prova que tenha ajudado a desmascarar a rede de prostituição Emperor's Club ou tenha incriminado Spitzer, ela se contradiz: "Não posso comentar isso, atrapalharia nas investigações".

Redação Terra

André Az/O Dia
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