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Grupo 'Amigos da Síria' reforça apoio a rebeldes e defende saída de Assad

22 mai 2013
19h52
atualizado às 21h15
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O grupo Amigos da Síria afirmou nesta quinta-feira que o presidente sírio, Bashar al-Assad, não tem lugar no futuro do país e comprometeu-se a aumentar seu apoio à oposição até que um governo transitório seja estabelecido. 

Delegados e diplomatas dos países 'Amigos da Síria' durante o encontro em Amã, na Jordânia
Delegados e diplomatas dos países 'Amigos da Síria' durante o encontro em Amã, na Jordânia
Foto: AP

Em um comunicado conjunto divulgado ao final de mais de cinco horas de conversas na Jordânia, as onze nações concordaram que "Assad, seu regime e seus aliados próximos com sangue em suas mãos não podem desempenhar papel algum no futuro da Síria". "Os ministros também enfatizaram que até o momento em que a reunião de Genebra estabelecer um governo de transição, eles aumentarão o seu apoio à oposição e darão todos os outros passos necessários", indicou o comunicado.

Um alto funcionário americano não confirmou, no entanto, se isso significa que Washington finalmente deixará de lado sua relutância em fornecer armas aos rebeldes. O conflito, que chegou ao seu terceiro ano, já deixou mais de 94 mil  mortos.

Estados Unidos e Rússia apoiam lados opostos no conflito, mas manifestaram seu desejo de reunir os inimigos sírios na conferência que será realizada no mês que vem, que ainda não tiveram data e local divulgados.

"Gostaríamos de pedir que o presidente Assad demonstre o mesmo compromisso para tentar obter a paz em seu próprio país. Isto é fundamental", disse o secretário de Estado americano, John Kerry, em uma entrevista coletiva à imprensa ao lado do ministro jordaniano das Relações Exteriores da Jordânia, Nasser Judeh.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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