|
O primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, afirmou nesta sexta-feira que o aniversário dos atentados de Londres, ocorridos em 7 de julho de 2005, é uma ocasião para que o país se una.
» Veja mais fotos das homenagens
» Londres: um ano depois ainda não há respostas
» Muçulmanos de Londres sentem-se como estrangeiros
» Festival islâmico é realizado na véspera de atentados
» Tempo não apaga dor dos sobreviventes
» TV divulga vídeo de homem-bomba
Em declaração divulgada por um porta-voz em seu escritório oficial de Downing Street, Blair assinalou que Londres passou do triunfo - pela escolha em 6 de julho como sede dos Jogos Olímpicos de 2012 - à tragédia pelos ataques contra a rede de transportes.
Mas a população demonstrou solidariedade e tolerância perante um desafio difícil, ressaltou o chefe de Governo, antes de guardar dois minutos de silêncio junto aos serviços de emergência no lugar em que ocorreu um dos atentados.
"Hoje é um dia para lembrar em toda Londres e no Reino Unido. É uma ocasião para que todo o país esteja unido para oferecer consolo e apoio àqueles que perderam entes queridos e ficaram feridos naquele dia terrível", acrescentou.
"O país é solidário com todos os que sofreram tanto", insistiu Blair, que também lembrou os esforços dos serviços de emergência, o pessoal de transporte e a população pelo profissionalismo e a humanidade demonstrados e que foram motivo de admiração no mundo todo.
Às 12h (8h de Brasília), a população fez dois minutos de silêncio para lembrar as 52 pessoas que perderam a vida quando quatro terroristas suicidas explodiram três bombas em três vagões do metrô e uma em um ônibus urbano na praça de Tavistock, próxima ao Museu Britânico.
|