Em nota oficial, o órgão da ONU confirmou o terremoto ocorrido às 17h16 locais (5h16 de Brasília) na mesma zona devastada há um mês pelo forte terremoto de magnitude 9 e posterior tsunami.
"O Centro Internacional de Segurança Sísmica da AIEA o qualificou com uma magnitude de 6,6, revisada a partir da inicial de 7,1", diz a nota, que atualiza os últimos dados recebidos do Japão sobre a situação de emergência causada pela usina de Fukushima Daiichi, seriamente danificada pelo violento tremor de 11 de março.
O epicentro do terremoto de hoje foi registrado em terra, a uma profundidade de 13,1 quilômetros, próximo de cinco usinas atômicas: Daiichi, Daini, Tokai, Kashiwazaki-Kariwa e Onagawa.
Na central de Fukushima "não foram observadas mudanças na leituras de dados dos pontos de medição de radiação in situ", informou a AIEA.
A agência relatou cortes de eletricidade que interromperam o funcionamento das bombas de injeção de água dos reatores 1, 2 e 3, mas também informou que 50 minutos depois o fornecimento de energia elétrica foi restabelecido e, com isso, a injeção de água para o resfriamento dos reatores.

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