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Ilha filipina conta ao menos 300 mortos e 2 mil desaparecidos após tufão

10 nov 2013
04h24
atualizado às 04h24
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Pelo menos 300 pessoas morreram e 2.000 foram dadas por desaparecidas na ilha filipina de Samar, ao leste do país, onde chegou na sexta-feira passada o tufão "Haiyan", segundo declarou neste domingo um porta-voz das autoridades filipinas à imprensa local.

A totalidade das vítimas procede da pequena cidade de Basey, ao oeste da ilha e com uma população de cerca de 20 mil habitantes, disse à emissora de rádio local "DZBB" Leo Dacaynos, membro do conselho para gestão de desastres de Samar.

Na vizinha ilha de Leyte, o chefe da Polícia Regional, Elmer Soria, declarou que o governador provincial, Dominic Petilla, informou que o número de vítimas poderia ultrapassar as 10.000 só nesta região, a maioria por afogamento e desabamento de construções.

O "Haiyan, batizado pelas autoridades filipinas como "Yolanda", teria arrasado entre 70% e 80% da cidade de Tacloban, capital da província de Leyte, com uma população de 220 mil habitantes, por onde passou o tufão na sexta-feira passada, ressaltou o funcionário.

Antes da chegada deste último tufão às Filipinas, o 24º do ano, os meteorologistas tinham advertido que poderia ter um efeito devastador maior que o tufão "Bopha", que em 2012 deixou cerca de mil mortos.

Após arrasar o centro e sul das Filipinas, o "Haiyan" está no Mar do Sul da China em direção ao Vietnã, onde as autoridades já iniciaram evacuações maciças.

EFE   

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