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EUA pedem "fim do assédio" aos manifestantes da Praça da Paz Celestial

1 jun 2013
01h43
atualizado às 02h14
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Há uma semana do 24ª aniversário do massacre da Praça da Paz Celestial, o governo dos Estados Unidos pediu nesta sexta-feira às autoridades da China colocarem "um fim no assédio" sobre aqueles que se manifestaram durante o episódio e que preste contas "plenamente" pelas mortes ocorridas, além dos detidos e desaparecidos.

"Renovamos nossa chamada à China para proteger os direitos humanos universais de todos seus cidadãos; libertar os que foram detidos, processados, presos, desaparecidos pela força ou sob prisão domiciliar injustamente, e pôr fim a fustigação de ativistas de direitos humanos e suas famílias", afirmou a porta-voz, Jen Psaki.

Em um breve comunicado, Jen lembrou "a trágica morte de inocentes" no último dia 4 de junho de 1989, quando as tropas do Exército de Libertação Popular (ELP) dispararam contra centenas de estudantes que se manifestavam pacificamente na praça pequinesa e em outras zonas da capital há três meses pedindo reformas democráticas.

EFE   
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