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China vai abrandar ainda mais "política do filho único", diz porta-voz

19 nov 2013
10h42
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A China vai abrandar ainda mais a política de planejamento familiar, depois de anunciar na semana passada que milhões de famílias seriam autorizadas a ter dois filhos, disse nesta terça-feira um funcionário do órgão encarregado do assunto.

"Só posso dizer que a direção é definitiva, mas quanto ao tipo específico de estratégia a ser escolhido, teremos de esperar a verificação dos especialistas sobre a situação no momento", disse Mao Qun'an, porta-voz da Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar.

A comissão executa as políticas de planejamento familiar e assessora o governo nessas questões. Como funcionário graduado do órgão, Mao deve estar a par das recomendações feitas pela cúpula nacional.

Décadas atrás, a China adotou a chamada "política do filho único" para tentar conter a expansão populacional.

Na semana passada, o governo anunciou que casais em que pelo menos um dos cônjuges seja filho único serão autorizados a terem dois filhos. Até agora, só casais formados por dois filhos únicos podiam ter mais de um filho. Esse foi o mais significativo abrandamento da regra em décadas.

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