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Presidente pede reforço contra as Farc após morte de 19 militares

21 jul 2013
18h07
atualizado às 18h42
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O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, reagiu neste domingo com relação à morte de 19 militares no país, em ataques atribuídos às Farc, com uma ordem para que as tropas reforcem a ofensiva contra a guerrilha.

Esse foi a ordem do alto Governo após uma reunião liderada por Santos no departamento de Arauca (fronteira com a Venezuela), onde 15 uniformizados morreram, e não 17 como havia sido informado previamente, em uma emboscada atribuída às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

"Ontem, um pelotão que estava cuidando do oleoduto (em um ponto entre os municípios araucanos de Tame e Fortul) foi atacado por cerca de 70 bandidos. Aí, infelizmente, foram assassinados 15 de nossos soldados, dos quais 13 eram profissionais e 2 sub-oficiais", disse o líder.

Santos acrescentou que quando os reforços chegaram, "os combates continuaram e 12 membros das Farc foram capturados, e desses cinco estão feridos" e sendo tratados por médicos militares.

Além disso, Santos disse que "estão sendo verificadas outras duas mortes na parte das Farc e oito feridos", o que, segundo disse, elevaria a 22 o número de guerrilheiros fora de combate por diferentes razões.

Entre os rebeldes falecidos, o líder disse que havia dois guerrilheiros conhecidos como "Sandoval" e "Corroncho", que aparentemente faziam parte do anel de segurança de Hernán Darío Velásquez, conhecido como "El Paisa", comandante da coluna móvel Teófilo Forero, considerada uma unidade de elite da guerrilha.

Os ataques atribuídos às Farc em Arauca e Caquetá ocorreram no mesmo dia em que a Colômbia comemorava o Dia da Independência, com desfiles militares e atos civis.

EFE   
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