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Morales nomeia novo governo com 10 homens e 10 mulheres

23 jan 2010
12h58
atualizado às 13h54

O presidente da Bolívia, Evo Morales, nomeou neste sábado o novo gabinete de seu segundo mandato, com a renovação de mais da metade dos ministros e a distribuição de cargos cumprindo a paridade de gênero.

Dez homens e dez mulheres compõem agora o governo da Bolívia, no qual continuam sete de seus antigos ministros e 13 são estreantes. O anúncio do conselho de ministros ocorreu um dia depois da posse de Morales como chefe do Estado.

Para iniciar sua segunda gestão consecutiva, o presidente da Bolívia prescindiu de alguns dos "homens fortes" de sua gestão anterior como os ex-ministros de Presidência, Juan Ramón Quintana; Governo (interior), Alfredo Rada; ou Defesa, Walker San Miguel.

Continuam compondo o primeiro escalão do Governo do novo Estado Plurinacional da Bolívia o ministro das Relações Exteriores, David Choquehuanca; o de Economia e Finanças, Luis Arce; o de Autonomias, Carlos Romero; o de Obras Públicas, Walter Delgadillo; e o de Educação, Roberto Aguilar.

Permanece ainda a ministra de Transparência e Luta contra a Corrupção, Nardi Suxo, e Oscar Coca, que deixa a pasta Hidrocarbonetos para a Presidência.

Entre os novatos estão os ministros Ruben Saavedra (Defesa), Sacha Llorenti (governo, como se conhece o ministério de Interior), Antonia Rodríguez (Desenvolvimento Produtivo), a jovem Carmen Trujillo (Trabalho, Emprego e Previdência Social), Elba Viviana Caro (Planejamento do Desenvolvimento) e Luis Fernando Vicenti (Hidrocarbonetos e Energia).

Completando a lista se incorporam Milton Gómez (Mineração e Metalurgias), Hilda Copa Condori (Justiça), Sonia Polo (Saúde), Esther Udaeta (Meio Ambiente), e Nemesia Achacollo (Desenvolvimento Rural e Terras).

Uma das nomeações particulares é a da conhecida cantora boliviana Zulma Yugar como ministra de Cultura.

EFE   
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