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Ex-presidente Bachelet lidera primárias da oposição no Chile

30 jun 2013
20h49
atualizado às 21h30
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A ex-presidente do Chile Michelle Bachelet despontou na eleição primária do pacto opositor "Nova Maioria", segundo a apuração extraoficial das primeiras 88 mesas eleitorais, de um total de 13.541, para as eleições primárias realizadas neste domingo no país.

De acordo com resultado da apuração extraoficial, Bachelet tem 68,34% do apoio dos eleitores da "Nova Maioria", seguida de seu ex-ministro de Fazenda, o independente Andrés Velasco, com 15,65%, do democrata-cristão Claudio Orrego, com 9,35%, e do radical José Antonio Gómez, com 6,63%.

No entanto, a incógnita se mantém no governo, onde o ex-ministro de Defesa Andrñés Allamand, do partido Renovação Nacional, possui 50,06% dos eleitores do pacto Aliança, enquanto o ex-ministro de Economia Pablo Longuiera, da União Democrata Independente, soma 49,93%.

Esta é a primeira vez que eleições primárias são realizadas no Chile para definir os candidatos presidenciais dos dois principais blocos políticos que disputarão as presidenciais no próximo dia 17 de novembro.

As mesas começaram a ser fechadas por volta das 19h (de Brasília), com uma participação que, segundo analistas, partidos políticos e funcionários responsáveis pelo processo, parece superar as previsões iniciais.

Antes deste domingo, o governo e os partidos tinham assinalado que, se a porcentagem superasse 10% do eleitorado do país, formado por 13,3 milhões de chilenos, seria um resultado considerável, já que está são as primeiras eleições primárias da história do país.

No entanto, as estimativas fazem prever que o número de eleitores se aproximaria aos dois milhões, ou seja, 15% dos eleitores.

Para esta inédita votação, da qual sairão os candidatos dos dois principais partidos políticos do país, mas da qual estão excluídos sete candidatos presidenciais independentes e de partidos minoritários, 13.541 mesas receptoras de votos foram disponibilizadas, das quais 13.538 funcionaram perfeitamente, segundo números oficiais.

EFE   
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