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Argentina: professores aceitam acordo e encerram greve

Paralisação durou 17 dias e deixou mais de 3 milhões sem aulas

29 mar 2014 15h48
| atualizado às 15h49
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<p>Um boneco representando um professor com a mensageml: "Em favor da educação pública", se destaca em uma multidão de centenas de professores durante uma manifestação em frente ao Ministério da Educação, em Buenos Aires, Argentina, na quarta-feira, 26 de março</p>
Um boneco representando um professor com a mensageml: "Em favor da educação pública", se destaca em uma multidão de centenas de professores durante uma manifestação em frente ao Ministério da Educação, em Buenos Aires, Argentina, na quarta-feira, 26 de março
Foto: AP

Os sindicatos de professores da província de Buenos Aires aceitaram neste sábado a nova oferta de aumento salarial proposta pelo governo regional e voltarão às salas de aula após 17 dias de greve.

A proposta salarial, que trará um aumento de 32,5% para a maioria dos professores, foi aceita hoje em uma reunião entre representantes dos sindicatos que participaram da complexa negociação com o governo da província onde fica a capital do país. Com isso, os docentes decidiram pôr fim à greve, que impediu que 3,5 milhões de alunos começassem o ano letivo.

"A proposta foi aprovada por 92% (dos que votaram na reunião)", disse em entrevista coletiva o presidente do Sindicato Único de Trabalhadores da Educação de Buenos Aires (Suteba), Roberto Baradel.

Há duas semanas, diante do fracasso das negociações, o governo provincial tinha imposto, por decreto, uma alta salarial de 30,9%, abaixo dos 35% exigidos pelos sindicatos. O aumento foi rejeitado pelos professores, que mantiveram a greve.

EFE   
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