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Promotoria egípcia diz que os 36 islamitas detidos morreram por asfixia

19 ago 2013
11h16
atualizado às 11h27
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A promotoria egípcia afirmou nesta segunda-feira que de acordo com suas investigações a morte de 36 presos islamitas quando eram transferidos ontem para uma prisão ao norte do Cairo aconteceu pela asfixia causada pela inalação de gás lacrimogêneo.

Segundo a agência estatal de notícias Mena, as investigações realizadas pela promotoria de Al Janka, no norte do Cairo, revelaram que 612 detidos, supostamente membros da Irmandade Muçulmana, estavam sendo transferidos para a prisão quando aconteceu um motim entre os detidos.

De acordo com a promotoria, um policial foi sequestrado e agredido pelos prisioneiros.

Quando as forças de segurança tentaram libertar o agente lançaram gás lacrimogêneo, o que supostamente causou a morte de 36 islamitas por asfixia.

Em entrevista coletiva realizada hoje, a Irmandade Muçulmana negou que os detidos tenham morrido por asfixia e acusou a polícia de ter torturado e carbonizado os islamitas.

EFE   
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