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Presidente do Egito rejeita "ingerência inaceitável" de senadores dos EUA

7 ago 2013
08h25
atualizado às 08h47
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O presidente interino egípcio, Adly Mansour, considera uma "ingerência inaceitável" as declarações do senador dos EUA John McCain, que na terça-feira pediu a libertação dos presos políticos, informam hoje a imprensa local.

A imprensa divulgou um comunicado emitido ontem à noite pelo porta-voz da Presidência egípcia, Ahmed al Muslimani, na qual diz que Mansur rejeitou as palavras pronunciadas pelo político republicano em entrevista coletiva no Cairo. Segundo Muslimani, McCain falsifica a verdade e suas declarações são "todas" inaceitáveis.

McCain e o senador Lindsey Graham pediram ontem que os presos políticos no Egito sejam libertados e início de um diálogo nacional que inclua todas as forças para sair da atual crise. Ambos os senadores republicanos criticaram com as circunstâncias que rodearam a derrocada do presidente Mohammed Mursi em 3 de julho por parte do Exército e Graham destacou que "os que estão no poder não foram escolhidos e os que foram escolhidos estão em prisão".

Por sua vez, McCain indicou que todas as partes, incluindo os islamitas, devem participar da emenda da Constituição - suspensa pelos militares- e desenhar um calendário para a transferência do poder a um governo eleito. Ambos os responsáveis se uniram, por incumbência do presidente americano, Barack Obama, aos esforços mediadores desdobrados nos últimos dias pelos enviados especiais dos EUA, William Burns, e da União Europeia (UE), Bernardino León.

EFE   
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