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ONU pede investigação sobre operação de repressão no Egito

15 ago 2013
11h25
atualizado às 11h56
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A Alta Comissária das Nações Unidas encarregada dos Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu nesta quinta-feira uma investigação sobre a atuação das forças de segurança no Egito, nos confrontos de quarta-feira que causaram a morte de mais de 500 pessoas.

Em um comunicado publicado em Genebra, Pillay declarou que "é preciso fazer uma investigação independente, imparcial, efetiva e concreta sobre a atuação das forças de segurança e todos que sejam reconhecidos culpados terão de responder".

Pelo menos 525 pessoas - entre elas 482 civis - morreram na quarta-feira na violenta repressão das manifestações dos partidários do presidente destituído Mohamed Mursi, anunciou uma fonte do ministério egípcio da Saúde.

Um total de 202 pessoas morreram na praça Rabaa al-Adawiya, onde os partidários de Mursi acampavam desde 3 de julho, dia do golpe de Estado que derrubou Mursi, anunciou Khaled al-Khatib, diretor do serviço de emergência do ministério da Saúde. O balanço anterior do governo era de 464 mortos.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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