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Egito: confrontos entre partidários e opositores de Mursi deixam 10 mortos

5 jul 2013
10h46
atualizado às 16h37
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Ao menos dez pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas em conforntos no Egito nesta sexta-feira, dois dias após a desposição do presidente Mohamed Mursi pelo Exército. A informação foi passada à agência AP por uma fonte do Ministério da Saúde egípcio.

Ao menos três dos manifestantes morreram em um tiroteio entre o Exército e partidários do ex-presidente. Os disparos ocorreram perto de um prédio Guarda Republicana, uma unidade militar encarregada de proteger a presidência egípcia.

Os islamitas saíram hoje às ruas para protestar contra o golpe de estado realizado na quarta-feira passada pelo Exército, que depôs Mursi e nomeou o chefe do Tribunal Constitucional, Adly Mansour, presidente interino encarregado de convocar e supervisionar as próximas eleições presidenciais.

Já as forças contrárias a Mohamed Mursi lançaram um chamado urgente para que se manifestem em massa no Egito para contra-atacar as manifestações favoráveis ao presidente derrubado. "A Frente de Salvação Nacional (FSN) lança uma convocação urgente para que todos se mobilizem em todas as praças do Egito em apoio à revolução de 30 de junho", em referência à data e que começaram as manifestações em massa que resultaram na queda de Mursi.

<a data-cke-saved-href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/egito-tharir/iframe.htm" href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/egito-tharir/iframe.htm">veja o infográfico</a>

Com informações das agências EFE e AFP e AP

Fonte: Terra
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