Steve Hope, 55 anos, chegou à cerimônia em Nova York carregando uma cruz desde Houston, no Estado do Texas, onde mora. Em grande parte do trajeto, ele teve a ajuda de um caminhão pra carregá-la. Mas depois, já em Nova York, colocou a cruz nos ombros e saiu caminhando pela cidade
Foto: Carla Ruas/Especial
Rudolph Giuliani, que governava Nova York no dia 11 de setembro de 2011, esteve entre as autoridades que participaram do tributo no lugar onde antes ficavam as Torres Gêmeas. Assim como Bush, Giuliani foi muito aplaudido ao chegar ao Marco Zero
Foto: AP
A apresentação de Paul Simon emocionou muitos familiares e amigos de vítimas que acompanhavam as homenagens em Nova York. Ele substituiu de última hora o clássico "Like a Bridge Over Troubled Water" pela exata "Sounds of Silence", fazendo muitas pessoas se abraçarem e chorarem
Foto: AFP
O policial James Smith (dir.) e sua filha Patricia, que perdeu a mãe nos atentados de 11 de setembro, leem os nomes de vítimas que perderam a vida no WTC. Patricia era um bebê quando sua mãe morreu, em 2001
Foto: Reuters
Usando um capacete de bombeiro, Nicholas Harding, 2 anos, caminha com seu pai, Paul Harding, um bombeiro aposentado de Nova York, após cerimônia em Surrey, no Canadá. Inúmeros países realizaram cerimônias em homenagm às vítimas do 11/9
Foto: AP
Entre as autoridades que participaram da cerimônia no Marco Zero, esteve o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, que lembrou, em pronunciamento, o dia dos ataques: "Dez anos se passaram desde que um dia perfeito e ensolarado se tornou a mais sombria das noites," afirmou
Foto: AFP
O presidente Barack Obama percorreu cada um dos cenários do 11/9 para prestar homenagem às vítimas dos atentados. Na primeira parada, no Marco Zero, ele proferiu o salmo 46 da Bíblia, que tem equivalentes também no Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, e na Torá, dos judeus
Foto: AFP
Enquanto a cerimônia de aniversário dos 10 anos de 11/9 acontecia dentro de área reservada no World Trade Center, do lado de fora manifestantes defendiam teorias conspiratórias sobre os atentados. Segundo o movimento Remember Building 7, ainda há muitas perguntas sem respostas com relação ao ataque terrorista. Uma delas questiona como prédio 7, que estava localizado em frente as torres, desabou apenas com o impacto dos aviões nas Torres Gêmeas
Foto: Carla Ruas/Especial para Terra
José Colón, 60 anos, se identificou como um "firefighter suporter", um apoiador da causa dos bombeiros. Ele não estava homenageando ninguém em especial, apesar de ter perdido dois amigos nas Torres Gêmeas. Disse que ele mesmo fez o colete que vestia, com insígnias de vários batalhões de bombeiros de Nova York
Foto: Moreno Osório/Terra
Janice Facuzza foi até o local onde ficavam as Torres Gêmeas homenagear o irmão, um dos muitos funcionários da empresa Contor Fitzgerald mortos nos atentados. Ela foi do Queens para o tributo, levando um cartaz com a foto do irmão
Foto: Eduardo Graça/Especial para Terra
Na cerimônia no Marco Zero, a primeira da série de homenagens às vítimas dos atentados de 11 se setembro, o cantor James Taylor foi uma das atrações. Centenas de pessoas o acompanharam cantando "Close Your Eyes"
Foto: AP
George W. Bush, presidente americano na época dos atentados de uma década atrás, foi uma das personalidades de maior destaque na cerimônia no Marco Zero. Recebido calorosamente pelos presentes, Bush foi apaludido e abraçado por familiares de vítimas
Foto: AP
A salvadorenha Ana Karla Villatoro, 46 anos, voltou ao Marco Zero pela primeira vez no domingo, dez anos após os atentados de 11 de setembro de 2001. Ela estava na Torre 2 no dia dos ataques e ficou muito ferida
Foto: Carla Ruas/Especial para Terra
Lou Garcez, 55 anos, dirigiu mais de seis horas de Maryland para prestar sua homenagem ao primo Angel, bombeiro que morreu tentando salvar vidas no dia fatídico. "Ninguém pode esquecer o que aconteceu aqui. Foi o Pearl Harbor de nossa geração. Nosso país, nosso povo foi atacado. Por favor, não nos esqueçamos disso jamais!", disse emocionado
Foto: Eduardo Graça/Especial para Terra
Steve Hope, 55 anos, chegou à cerimônia em Nova York carregando uma cruz desde Houston, no Estado do Texas, onde mora. Em grande parte do trajeto, ele teve a ajuda de um caminhão pra carregá-la. Mas depois, já em Nova York, colocou a cruz nos ombros e saiu caminhando pela cidade
Foto: Carla Ruas/Especial


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