O vizinho, que está na prisão cumprindo sentença por três ataques sexuais ocorridos após a condenação de Halsey, foi processado pelos assasinatos em 24 de abril deste ano. Ele foi acusado das mortes de Tyrone Urquhart, 8 anos, e sua irmã, Tina, 7 anos, com o agravante de violência sexual contra a menina.
Os promotores não cogitam a pena de morte contra Hall, apesar de terem pedido contra Halsey. No final da audiência, após um breve discurso do juiz Stuart L. Peim, da Corte Superior do Condado, Halsey pediu o autógrado do magistrado, fazendo com que todos no recinto rissem. O juiz sorriu e respondeu que sua assinatura estaria nos documentos que retiram as acusações.
Barry C. Scheck, co-diretor do Projeto Inocência, o escritório legal de Manhattan que revisou o caso, disse que Halsey é o 205º prisioneiro, e o quinto em Nova Jersey, a ser absolvido devido a um teste de DNA.Scheck espera que o caso de Halsey fortaleça os esforços do Estado em abolir a pena de morte, que não tem sido executada desde 1963 no Estado. Originalmente, os promotores pediram a pena de morte para Halsey, em parte devido à brutalidade dos crimes. O menino Tyrone morreu depois que pregos foram pregados em seu crânio com um tijolo. Os corpos das crianças foram encontrados no porão da casa onde vivia sua mãe e Halsey.
Na segunda-feira, Albert Cernadas Jr., primeiro-assistente do escritório dos promotores do condado, disse que, após exame cuidado das evidências do caso, tudo que incriminava Halsey era sua confissão assina, "peça chave que foi refutada após a evidência do DNA".
The New York Times
Byron Halsey durante o julgamento
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