Fernández Herrera, que diz pertencer a organizações espanholas como Ajuda em Ação e o sindicato CGT, pediu reiteradamente aos organizadores do Fórum uma permissão para fazer uma conferência e expor "algumas idéias para uma estrutura social mais justa". Estas idéias estão contidas em um livro escrito por ele e intitulado "O verdadeiro caminho para Deus".
Além de entrar em greve de fome, Fernández Herrera caminha pelas ruas com um enorme cartaz onde pode-se ler: "Não me deixam participar de uma conferência. Eu também deveria ter voz". O cartaz tem, além disso, a bandeira espanhola impressa.
O Fórum Social de Porto Alegre, que começou na quarta-feira passada e termina amanhã, conta com a participação de cerca de 130 mil pessoas vinculadas a organizações não-governamentais de todo o mundo. Durante estes seis dias, serão cerca de duas mil horas de atividades diárias, entre diálogos, debates, conferências, painéis e discussões.
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