O fim da greve foi anunciado pelo presidente da Central Única de Trabalhadores (CUT) do Chile, Arturo Martínez, que liderou a delegação de 15 representantes do setor público que chegaram ao Congresso para exercer pressão com o objetivo de conseguir o aumento salarial.
Martínez qualificou como um triunfo dos trabalhadores a aprovação da normativa, destacando a unidade mostrada por todos os sindicatos, que "lutando na rua alcançaram um reajuste digno", apesar de em princípio reivindicarem um aumento de 14,5%.
"Sabemos que há trabalhadores que estão desempregados e muito cansados; devemos ficar satisfeitos com o dever cumprido, porque conquistamos uma vitória", afirmou.
O aumento salarial foi alcançado após um acordo político de último minuto entre o Governo e os parlamentares, e estará em vigor a partir de dezembro.
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