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"Sempre fiz tipos cômicos. Mudei de rumo", diz Franciely Freduzeski

10 de fevereiro de 2007 11h00

Franciely Freduzeski está no elenco da minissérie  Amazônia. Foto: Luiza Dantas/TV Press

Franciely Freduzeski está no elenco da minissérie Amazônia
Foto: Luiza Dantas/TV Press

Quando soube que iria fazer sua primeira personagem de época, Franciely Freduzeski resolveu corrigir seus "modos". A atriz passou a se policiar até para não cruzar os braços e as pernas, movimentos inadmissíveis para uma mulher do início do século passado, mesmo para uma insinuante cortesã.

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Leia o resumo de Amazônia

Na pele sedosa de Amparito em Amazônia - De Galvez a Chico Mendes, Franciely garante que compôs a personagem com afinco. Suou o corpo sarado em aulas de dança espanhola e aprendeu a falar de uma forma mais contida para elaborar sua terceira personagem numa trama de Glória Perez. "Sempre fiz tipos cômicos. Agora mudei de rumo", avisa.

Nome: Franciely Gonzaga Freduzeski
Nascimento: Em 2 de outubro de 1978, em Laranjeiras do Sul, no Paraná.
Primeiro trabalho na tevê: Na Turma do Didi, em 1999.
Atuação inesquecível: Como a Conchita, de América, em 2005.
Interpretação memorável: Glória Pires em Mulheres de Areia.
A que gosta de assistir: Filmes.
A que nunca assistiria: "Programas sobre a violência, como o Brasil Urgente, do Datena".
O que falta na tevê: "Programas com conteúdo inteligente, como o Altas Horas".
O que sobra na tevê: "Programas dominicais de auditório".
Ator favorito: Francisco Cuoco.
Atriz favorita: Christiane Torloni.
Com quem gostaria de contracenar: Fernanda Montenegro.
Se não fosse atriz seria: Advogada.
Cena inesquecível na tevê: "A Cláudia, personagem de Malu Mader em Fera Radical, tirando o capacete e jogando os cabelos".
Trilha sonora: Você, de Roberto Carlos, interpretada por Maria Bethânia em Pátria Minha.
Vilão marcante: A viúva Perpétua, de Joana Fomm.
Papel que mais teve retorno do público: Dona Gegé, do Zorra Total. "Até hoje me pedem para dar uma subidinha" (risos).
Melhor bordão: "Dá uma subidinha?".
Par romântico inesquecível: Cláudia Raia e Edson Celulari como Maria Escandalosa e Ricardo em Deus nos Acuda, em 1992.
Com quem gostaria de fazer par romântico: Richard Gere e Alexandre Borges.
Filme: Uma Linda Mulher, de Garry Marshall.
Livro de cabeceira: Bíblia.
Autor: Glória Perez.
Diretor: Marcos Schechtman. "Um gentleman".
Uma mania: "Vivo trocando de celular".
Medo: "Da violência".
Projeto: "Estrear no cinema".

TV Press