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Mário Gomes encarna um mulherengo em "O Profeta"

30 de dezembro de 2006 13h00 atualizado às 13h06

Mário Gomes vive o mulherengo Ernesto em  O Profeta. Foto: Pedro Paulo Figueiredo/TV Press

Mário Gomes vive o mulherengo Ernesto em O Profeta
Foto: Pedro Paulo Figueiredo/TV Press

Mário Gomes não se cansa dos personagens conquistadores. Interpretar tipos bem-humorados e galanteadores já faz parte da vida do ator desde que estreou na tevê, em 1972. Na maioria de seus trabalhos na tevê e no cinema, Mário viveu homens mulherengos, parecidos com o Ernesto de O Profeta. Na trama, o conquistador vive às custas de sua mulher Rúbia, a falsa vidente, personagem de Rosi Campos, mas não resiste aos encantos da fogosa Miriam, interpretada por Juliana Baroni.

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Mesmo colecionando personagens tão parecidos, Mário não reclama. E diz que gosta de trabalhar com uma arte que ele acha difícil de fazer em televisão. "Fazer humor é divertido, mas requer uma certa sensibilidade. É preciso ter boa percepção para não perder o tempo da piada", valoriza.

Nome: Mário do Nascimento Gomes Filho.
Nascimento: Em 12 de novembro de 1951, no Rio de Janeiro.
Primeiro trabalho na tevê: Novela Bicho do Mato, em 1972.
Sua atuação inesquecível: Dino, de Duas Vidas, de 1976.
Cena inesquecível na TV: "A seqüência inicial de Guerra dos Sexos, em que meu personagem ficou preso em uma ilha deserta".
O que gosta de assistir: "Não tenho preferência. Assisto de tudo na TV".
O que falta na tevê: "Mais programas educativos e culturais como, por exemplo, sobre teatro".
Ator: James McQueen.
Atriz: Mariana Ximenes.
Com quem gostaria de contracenar: "Todas as mulheres bonitas da televisão brasileira".
Humorista: "Eu mesmo".
Novela preferida: "Todas que eu fiz foram especiais. Entre elas destaco Guerra dos Sexos.
Que papel gostaria de representar: "O Ernesto, que faço agora, era um tipo que eu queria interpretar".
Personagem mais difícil de compor: João Aranha, da peça O Favorito de Deus. "É um personagem que discute a fé, por isso foi preciso conseguir a sintonia perfeita. Tudo na dose certa".
Canção inesquecível de trilha sonora: O dono da bola. "Foi o tema do meu personagem em Vereda Tropical. Eu mesmo cantei".
Melhor abertura de novela: Pé na Jaca.
Filme: As Noites de Cabíria, de 1957, do diretor Federico Fellini.
Bordão: "Pergunta idiota, tolerância zero", de Francisco Milani em Zorra Total.
Programa de humor: Sai de Baixo.
Novela que gostaria que fosse reprisada: Guerra dos Sexos.
Par romântico inesquecível: Sassá Mutema e Clotilde, de Lima Duarte e Maitê Proença, em O Salvador da Pátria.
Autor predileto: Flávio Gikovate.
Diretor favorito: Roberto Talma.
Papel que teve mais retorno do público: "O Luca, de Vereda Tropical. Eu fazia o jogador, o compositor do tema, o ator principal. Na minha opinião, talvez seja meu maior sucesso".

TV Press