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Suzana Vieira está programada para aparecer em duas novelas

20 de maio de 2006 12h02 atualizado em 21 de maio de 2006 às 10h03

Com sucesso nas novelas, Suzana Vieira participa de mais duas tramas globais . Foto: Pedro Paulo Figueiredo/Carta Z Notícias /Divulgação

Com sucesso nas novelas, Suzana Vieira participa de mais duas tramas globais
Foto: Pedro Paulo Figueiredo/Carta Z Notícias /Divulgação

Desde 2003, Suzana Vieira virou nome certo para estrelar as tramas do horário nobre da Globo. De lá para cá, a experiente atriz integrou o elenco de Mulheres Apaixonadas, de Manoel Carlos, e protagonizou Senhora do Destinho, de Aguinaldo Silva, em 2005.

Suzana Vieira e Paulo Betti participam de "Minha Nada Mole Vida"

Atualmente, ela já está escalada para duas novelas das oito da Globo. No início de 2007, Suzana fará uma rápida participação em Copacabana, de Gilberto Braga. A trama sucederá Páginas da Vida, também de Manoel Carlos, marcada para estrear no próximo dia 10 de julho.

Em seguida, a atriz estará em E Aí, Estúpido?, próxima obra de Aguinaldo. Os dois folhetins - com nomes provisórios - estão confirmadas pela emissora para o horário nobre. Nada disso, no entanto, parece incomodar a atriz.

"No momento, sou da Globo e respondo aos convites que eles me fazem. Aparentemente, só tenho propostas para as novelas das oito. Assim que eu for chamada para alguma, virei", garante.

Em Copacabana, Suzana não terá vida longa na trama. A princípio, sua participação na novela de Gilberto Braga terá apenas 30 capítulos. "Até o momento, o Gilberto somente me convidou", conta a atriz, que disse sim ao autor mesmo sem ter informações mais detalhadas sobre sua personagem.

Já em E aí, Estúpido?, de Aguinaldo Silva, Suzana interpretará importante papel. Na trama, que só deve ir ao ar na metade do segundo semestre de 2007, ela faz uma mulher que já criou seus filhos e resolve voltar a estudar depois de ficar viúva.

"Se fala muito em projetos, em tecnologia, mas a verdade é que o nosso país está muito deficiente em educação", critica a atriz, com um ar mais sério.

Para aproveitar esse período de férias da tevê, Suzana buscou refúgio em viagens e nas praias do Rio de Janeiro. O afastamento, entretanto, não atingiu os palcos de teatro. Em cartaz no espetáculo Água Viva, a atriz está em turnê pelo Brasil.

No monólogo adaptado do livro homônimo de Clarice Lispector, Suzana interpreta uma escritora que redige uma carta para seu amante, enquanto vaga perdida em meio a pensamentos. Com direção de Maria Pia Scognamiglio, a peça aborda sentimentos típicos da alma feminina. "Não é uma comédia. Nesta peça, mostro um outro lado de mim. Além disso, tenho a oportunidade de viajar pelo Brasil e ver a dimensão que teve Senhora do Destino", avalia.

Apesar de marcante, Suzana não admite que Maria do Carmo foi o papel de maior brilho em sua carreira. Mas deslumbra-se ao recordar o sucesso de audiência assinado por Aguinaldo Silva. A história da mãe procurando a filha roubada parece mexer até hoje com a atriz.

Mesmo assim, ela afirma que a novela mais linda que fez foi A Sucessora, de Manoel Carlos, exibida na Globo há 25 anos, em 1982. "Existe um pequeno grupo de atores na Globo que independem do personagem para brilhar. Eu independo do meu papel", gaba-se, num tom ousado.

Suzana assume um tom de discurso ao afirmar que não tem preferência por nenhum autor em especial. De acordo com atriz, basta olhar sua trajetória para concordar: foram mais de 50 produções numa carreira que começou em 1962, nos primórdios das novelas, quando tinha apenas 20 anos, em A Noite Eterna, de Geraldo Vietri.

Resumindo, Suzana teve ocasião para trabalhar com praticamente todos os autores da tevê brasileira. "Eles estão sempre presentes, entregando numerosas páginas de texto por dia. Isso é fantástico! Estudo cada capítulo com o mesmo amor, até porque o que importa é o telespectador", justifica.

Redação Terra