Para prever o nível de inundação foi utilizado, além de imagens do satélite Landsat, dados dos estudos "Modelagem de dados topográficos SRTM" (Projeto CNPq) e "Integração de dados biológicos e geológicos no baixo Tocantins-Ilha do Marajó: chave na análise da biodiversidade" (Projeto Fapesp), dos quais participam os pesquisadores Márcio de Morrison Valeriano e Dilce de Fátima Rossetti. A Ilha de Marajó foi escolhida pelos pesquisadores porque possui altitude muito baixa de modo geral.
"A ilha preservou mais de uma linha ancestral de costa. Com a perspectiva de elevação dos níveis do mar, em futuro não muito distante, a Ilha de Marajó sofrerá uma rápida transformação de seu desenho logo aos primeiros metros de elevação do mar", explica Valeriano, em entrevista ao site do Inpe.
Segundo os pesquisadores Paulo Roberto Martini e Oton Barros, que também participaram deste projeto, a análise nesta área com dados de SRTM (Shuttle Radar Topographic Mission NASA, um radar topográfico) foi possível devido à cobertura