Autoridades locais e federais estão investigando se o presidente da empresa, Michael Mastromarino, e seu sócio pagavam funerárias para retirar osso e tecido dos corpos sem o conhecimento da família.
Investigadores dizem que alguns pedaços de cadáver vieram de idosos ou de pessoas com doenças infecciosas e que os documentos referentes haviam sido alterados para dizerem que eram jovens e saudáveis.
O tecido era vendido para outras companhias que fazem implantes e enxertos em todo o país. No ano passado a FDA recolheu uma série de produtos com problemas e avisou que um número indeterminado de pacientes teria sido exposto ao vírus HIV, entre outras doenças.
Em uma investigação mais detalhadas, foi descoberto que a Biomedical Tissue Service falhou os testes de tecido contaminado. A FDA também viu que os dados certificados de óbito da empresa não conferiam com os do estado.
O advogado de Mastromarino, Mario Gullicci, confirmou que a empresa havia parado de operar, mas disse que seu cliente negou as alegações e planeja levar o caso ao tribunal para reabrir. "Tudo foi feito de acordo com a FDA", ele disse.