O projeto responde aos desejos da comunidade científica européia e tem forte apoio dos Estados, que já prometeram mais verbas. A resposta dos países-membros da ESA ao programa de prospecção de Marte "superou nossas próprias expectativas", e não está fechado a participações extra-européias, acrescentou o diretor.
Para Dordain, a ESA cumpriu todos os seus objetivos em 2005, com exceção do programa do satélite meteorológico Cryosat, que se perdeu devido à falha do foguete russo que deveria tê-lo posto em órbita, o Rockot.Ele assinalou que, como o programa Cryosat é muito importante para se desistir dele, a agência trabalha na construção de um novo satélite e pretende marcar "o lançamento para 2009".
EFE