Desde o início de dezembro, dezenas de missões, delegações e grupos chegaram a Bagdá. O ritmo se acelerou nestes últimos dias, paralelamente ao aumento do deslocamento militar americano e britânico na região.
A maioria destes grupos tem convicções pacifistas, enquanto outros são hostis a uma intervenção por razões políticas. No entanto, a mensagem é a mesma: não a uma nova guerra ocidental contra o Iraque e o fim ao embargo internacional que afeta duramente a população iraquiana.
Nesses últimos dias, Bagdá foi visitada por militantes norte-americanos, espanhóis, italianos, sul-africanos, libaneses, egípcios e palestinos, entre outros. Estas delegações visitam escolas, hospitais e famílias, encontram-se com religiosos, responsáveis por ONGs e representantes de agências da ONU.
AFP